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O diretor-executivo da Eurasia Group para as Américas, Christopher Garman, disse que não está preocupado com a relação entre Brasil e Estados Unidos. Para ele, o foco dos EUA está em outros países e comparou o Brasil a um “cachorro que não latiu”.
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“Eu diria que é um cachorro que não latiu nessa relação bilateral, mas acho que é em função das prioridades que a Casa Branca tem em outros lugares”, disse ele, em evento do Valor Econômico, em Nova York, durante a Brazil Week.
Por outro lado, Garman diz que o Brasil está “bem posicionado” em meio a um ambiente externo difícil, por ter ativos importantes do lado ambiental. “É uma potência energética, ambiental e mineral. E no mundo de maior preocupação de segurança energética e alimentar, esses são bons ativos para ter”, avaliou.
Para ele, o Brasil é doméstico e está nas contas públicas. “O desafio é que precisamos arrumar nossa casa fiscal doméstica. Com juros reais muito elevados, não tem como conseguir potencializar essas oportunidades”, concluiu.
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