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Em último ato como presidente, Biden concede perdão a 'inimigos' de Trump

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Entre os perdoados estão Anthony Fauci e Mark Milley, que enfrentaram investigações relacionadas à invasão do Capitólio em janeiro de 2023.  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais


Joe Biden, em suas últimas horas como presidente em exercício dos Estados Unidos, concedeu uma série de perdões presidenciais a servidores do governo apontados como 'inimigos' de Donald Trump, para protegê-los contra uma potencial "vingança" do novo governo.

O médico infectologista Anthony Fauci e o general aposentado Mark Milley atuaram nas investigações da invasão do Capitólio, que aconteceu no dia 6 de janeiro de 2023.

Analistas avaliam a decisão de Biden como uma forma de blindar vítimas de uma possível “vingança” do novo governo Trump. Cheney e Kinzinger são ferrenhos críticos de Trump.

“A emissão desses perdões não deve ser confundida com um reconhecimento de que qualquer indivíduo se envolveu em qualquer delito, nem a aceitação deve ser mal interpretada como uma admissão de culpa por qualquer delito. Nossa nação tem com esses servidores públicos uma dívida de gratidão por seu compromisso incansável com nosso país”, disse Biden em declaração.

“Estas são circunstâncias excepcionais. E eu não posso, em sã consciência, não fazer nada. Mesmo quando indivíduos não fizeram nada de errado e de fato fizeram a coisa certa e acabarão sendo exonerados, o simples fato de serem investigados ou processados ​​pode danificar irreparavelmente reputações e finanças”, emendou.

A decisão de Biden foi tomada depois do alerta dado pelo próprio Trump de que ele teria uma lista de inimigos que o contrariaram politicamente ou tentaram responsabilizá-lo pela invasão do Capitólio.

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