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Embaixada dos EUA em Israel recomenda que americanos “elaborem seus próprios planos de segurança” durante conflito com Irã

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Embaixada dos EUA informa que não pode realizar evacuações e recomenda que cidadãos elaborem planos de segurança  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa / FreePik
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 03/03/2026, às 13h37 - Atualizado às 13h46



A Embaixada dos Estados Unidos em Israel informou, nesta terça-feira (3), que não tem condições de realizar evacuações nem de prestar assistência direta para a saída de cidadãos norte-americanos do país em meio ao conflito envolvendo Israel e Irã. A orientação é que os próprios cidadãos elaborem planos individuais de segurança.

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Em nota oficial, a representação diplomática afirmou que as informações divulgadas têm caráter informativo e não configuram recomendação formal. Segundo o comunicado, o Ministério do Turismo de Israel passou a disponibilizar, desde 2 de março, ônibus até a passagem de fronteira de Taba. Interessados devem se registrar previamente em formulário específico do governo israelense.

A embaixada destacou que não pode recomendar, nem desaconselhar, o uso do transporte organizado pelas autoridades locais e que não há garantias de segurança para quem optar por essa alternativa. 

Também foi informado que cidadãos que desejarem atravessar para a Jordânia podem seguir de ônibus até Eilat e, a partir de lá, deslocar-se por conta própria, geralmente de táxi, até a passagem de fronteira Yitzhak Rabin.

Confira o comunicado na íntegra:

Conflito no Oriente Médio

No cenário do conflito, a imprensa estatal iraniana divulgou novo balanço de vítimas. De acordo com informações do Crescente Vermelho iraniano, braço regional da Cruz Vermelha, o número de mortos no Irã chegou a 787. O dado foi publicado no quarto dia de confrontos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

O total pode ser atualizado, já que novos bombardeios israelenses atingiram a capital Teerã nas últimas horas, e parte das vítimas ainda pode não ter sido contabilizada.

A escalada militar teve início no sábado (28), quando ataques em território iraniano resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de autoridades militares do país, segundo informações divulgadas no contexto do conflito. 

Desde então, o Irã tem promovido ações de retaliação contra alvos israelenses, forças norte-americanas e posições em outros países do Oriente Médio, ampliando a dimensão da guerra.

Entre os mortos contabilizados pelas autoridades iranianas estão 165 vítimas de um ataque a uma escola feminina. O governo do Irã realizou funerais coletivos nesta terça-feira (3) para as vítimas do episódio.

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