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Estados Unidos atacam Venezuela e Trump diz que Nicolás Maduro foi capturado; veja vídeo

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Explosões em Caracas antecederam anúncio do presidente dos Estados Unidos, enquanto governo venezuelano nega captura e fala em agressão estrangeira  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 03/01/2026, às 06h58



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram uma ofensiva militar contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. Segundo ele, o líder venezuelano e a esposa teriam sido retirados do país por via aérea. A declaração foi feita nas redes sociais, mas não há confirmação oficial de Caracas.

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Ainda de acordo com Trump, a ação envolveu forças de segurança dos EUA. O destino de Maduro não foi informado. O presidente americano disse que dará mais detalhes em uma coletiva marcada para as 13h (horário de Brasília).

trump

Horas antes do anúncio, moradores de Caracas relataram uma série de explosões durante a madrugada. Agências internacionais informaram que ao menos sete detonações foram ouvidas em cerca de meia hora. Houve relatos de tremores, movimentação de aeronaves em baixa altitude e falta de energia em áreas próximas à base aérea de La Carlota.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostram fumaça em instalações militares e intensa atividade aérea sobre a capital venezuelana.

Em resposta, o governo da Venezuela divulgou um comunicado classificando a ação como um ataque estrangeiro. O texto afirma que Maduro decretou estado de comoção exterior e convocou forças políticas e sociais para reagir ao que chamou de “agressão imperialista”. O governo não confirmou a captura do presidente.

Caracas também acusou Washington de tentar controlar recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais, e afirmou que se reserva o direito de legítima defesa, além de pedir apoio de países da América Latina e do Caribe.

A tensão entre EUA e Venezuela vinha se intensificando desde agosto, quando Washington aumentou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçou a presença militar no Caribe. Nos meses seguintes, autoridades americanas passaram a admitir que o objetivo seria a remoção do governo venezuelano.

Nas últimas semanas, os Estados Unidos apreenderam navios petroleiros venezuelanos e ampliaram sanções contra o país, aprofundando a crise diplomática entre os dois governos.

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