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Publicado em 19/12/2025, às 22h59 Cibele Gentil
Os Estados Unidos realizaram, nesta sexta-feira (19), uma série de ataques aéreos de grande proporção contra alvos do Estado Islâmico (ISIS) em território sírio. A ofensiva, batizada de “Hawkeye Strike”, foi confirmada pelo governo americano como uma retaliação ao atentado sofrido por um comboio militar no último dia 13, que resultou na morte de dois soldados do Exército dos EUA e de um intérprete civil na cidade de Palmira.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os bombardeios foram direcionados a alvos estratégicos, incluindo combatentes, infraestruturas e depósitos de armamentos. Em declaração contundente, Hegseth enfatizou que a operação não marca o início de uma nova guerra, mas representa uma resposta punitiva e uma "declaração de vingança" contra o grupo extremista, assegurando que as forças americanas continuarão a caçar os responsáveis por ataques contra seus militares.
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O presidente Donald Trump utilizou suas redes sociais para reforçar que a operação visa erradicar os redutos do Estado Islâmico para garantir um futuro de paz na região. Segundo o republicano, a investida conta com o respaldo do atual governo sírio, liderado por ex-rebeldes que assumiram o poder após a queda de Bashar al-Assad no ano passado. Este novo governo sírio, que inclui ex-integrantes de grupos insurgentes que romperam com a Al Qaeda, mantém uma cooperação com a coalizão liderada pelos EUA no combate ao ISIS. Atualmente, cerca de mil militares americanos permanecem na Síria.
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