Mundo
por Natane Ramos
Publicado em 05/10/2025, às 16h38
A jovem Greta Thunberg e outros ativistas da flotilha que pretendiam chegar à Faixa de Gaza, mas foram parados por Israel, relataram maus-tratos durante o momento que foram detidos pelos guardas israelenses. No entanto, o governo nega as denúncias dos voluntários como "mentiras descaradas".
Mais de 450 ativistas, entre eles a sueca Greta e a deputada federal do Brasil Luizianne Lins (PT-CE), embarcaram levando ajuda humanitária a Gaza quando foram detidos e deportados ao chegarem à Turquia.
Em depoimento à agência de notícias Reuters, testemunhas informaram que Greta foi empurrada e obrigada a usar a bandeira isralelense. No entanto, não foram apresentadas provas sobre o ocorrido. "A própria Greta e outros detidos se recusaram a agilizar sua deportação e insistiram em prolongar sua permanência sob custódia", declarou a chancelaria israelense.
Vale ressaltar que, na última sexta-feira (3), o governo Lula Brasil denunciou Israel ao Conselho de Direitos Humanos da ONU após a interceptação de 40 barcos da flotilha, que levava mais de 450 ativistas que desejavam prestar ajuda humanitária às vítimas.
"As alegações sobre o suposto mau tratamento de Greta Thunberg e de outros detidos da flotilha Hamas–Sumud são mentiras descaradas. Todos os direitos legais dos detidos estão sendo plenamente respeitados. Greta não apresentou nenhuma reclamação às autoridades israelenses sobre essas alegações absurdas e infundadas — porque elas simplesmente nunca aconteceram", declarou a diplomacia de Israel.
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