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Integrantes do grupo extremista Boko Haram, da Nigéria, ameaçaram matar mais de 400 pessoas mantidas reféns entre mulheres e crianças. O grupo deu um prazo de 72 horas para que o governo efetue o pagamento de resgate superior a R$ 18,5 milhões.
Em um vídeo encaminhado à imprensa local é possível ver homens armados com os rostos cobertos. Na gravação, eles afirmam que, caso a quantia não for paga, às vítimas irão “desaparecer para sempre”.
“Se nossas exigências não forem atendidas, transferimos essas vítimas para outros locais. Ordenamos-lhes, em nome de Alá, que não ultrapassem o tempo estipulado”, diz o porta-voz do grupo no vídeo.
O Boko Haram (traduzido como “a educação ocidental é proibida”), defende uma interpretação extremista do islamismo, buscando impor uma versão rígida da lei islâmica (sharia), rejeitando influencências ocidentais como democracia, escolas laicas e costumes modernos.
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