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Publicado em 02/10/2024, às 07h10 Rebeca Silva
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, declarou na última quarta-feira (2) que o país exerceu seu direito de autodefesa ao lançar 200 mísseis em direção a Israel na terça-feira (1º). As informações são da agência Reuters.
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Araqchi afirmou que a ofensiva contra Israel estava encerrada, a menos que houvesse uma nova retaliação. A declaração foi feita na plataforma X (anteriormente conhecida como Twitter).
"Nossa ação está concluída, a menos que o regime israelense decida provocar uma nova retaliação. Nesse cenário, nossa resposta será mais forte e poderosa", disse Araqchi.
O ataque foi uma resposta às mortes de líderes do Hezbollah, um grupo extremista que conta com o apoio do Irã. O ministro também ressaltou que os Estados Unidos foram alertados para não se envolverem após os bombardeios realizados contra Israel.
"Trocamos mensagens, mas isso não significa coordenação. Nenhuma mensagem foi enviada antes de nossa resposta a Israel. Após essa resposta, um aviso foi transmitido via Suíça, informando os americanos que era nosso direito à autodefesa e que não pretendíamos continuar o ataque", disse Araqchi, segundo a agência de notícias Tasnim, citada pela Reuters.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã havia solicitado anteriormente ao Conselho de Segurança da ONU, que se reunirá nesta quarta-feira (02) para discutir a proporção do conflito, que tomasse "ações significativas" para evitar ameaças à paz e segurança na região.
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