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Publicado em 02/04/2025, às 10h14 Victória Valentina
Um homem foi condenado a 25 anos de prisão após contratar três apólices de seguro de vida no nome da própria mãe e, em seguida, matá-la para receber mais de US$ 1,15 milhão (cerca de R$ 6,5 milhões). O crime aconteceu em maio de 2020, na Austrália, mas a sentença só foi publicada nesta terça-feira (1º).
Andre Zachary Rebelo, de 29 anos, foi considerado culpado pelo assassinato de sua mãe, Colleen Rebelo, de 58 anos. O corpo da mulher foi encontrado pelo filho mais novo no banheiro da casa, com o chuveiro ligado.
Inicialmente, a morte de Colleen não foi tratada como suspeita e a autópsia não identificou a causa do óbito. No entanto, o caso foi descoberto depois que um funcionário de uma seguradora notou inconsistências nos documentos apresentados por Andre para solicitar a indenização apenas três dias após a morte da mãe.
No meio dos papéis falsificados, havia um laudo de autópsia, um relatório psicológico e uma cópia adulterada do testamento da vítima.
De acordo com a polícia, Rebelo enfrentava dificuldades financeiras, apesar de exibir uma vida luxuosa nas redes sociais. O jovem acumulava dívidas de mais de US$ 100 mil (cerca de R$ 571 mil) e, segundo a promotoria, queria provar à companheira que poderia contribuir financeiramente para a família.
Andre, inclusive, já era alvo de cobradores e investia em criptomoedas para obter renda. Ele se declarou inocente do assassinato, mas confessou ter falsificado documentos em uma tentativa de fraude contra a seguradora.
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