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O médico Gerhardt Konig começou a ser julgado nesta semana, no Havaí (EUA), acusado de tentar matar a então esposa, Arielle, durante uma trilha no dia 24 de março de 2025, na região de Pali Puka, na ilha de Oahu. O caso, que ganhou grande repercussão em Honolulu, é marcado por versões conflitantes apresentadas no tribunal.
Na última quinta-feira (2), o anestesiologista de 47 anos prestou depoimento e tentou se colocar como vítima ao detalhar o relacionamento com a ex-companheira.
Segundo a acusação, a engenheira foi golpeada na cabeça com uma pedra e empurrada de um penhasco em um mirante. Já o médico afirma que agiu em legítima defesa após ser atacado pela esposa.
Durante o julgamento, o médico afirmou que o relacionamento era conturbado, marcado por ciúmes e desconfiança. Ele disse que descobriu supostas mensagens de "flerte" da esposa com um colega de trabalho, o que teria abalado o casamento.
"Arielle não estava disposta a fazer sexo com você sempre que você exigia, não é?", questionou o promotor Joel Garner. "Eu nunca exigi sexo, então isso não está certo", respondeu Gerhardt.
Em outro momento, ele admitiu ter ofendido a esposa e confessou que a atingiu com uma pedra, mas reforçou a versão de defesa.
"Eu me debati, consegui soltar as duas mãos (…) e a atingi duas vezes na cabeça", disse.
Arielle, por sua vez, disse que Gerhardt tinha "ciúme extremo" e acreditava que ela estivesse vivendo um caso extraconjugal.
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