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Médico é julgado por tentar matar esposa com golpes de pedra na cabeça após descobrir 'mensagens de flerte'

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O médico alega legítima defesa após ser atacado durante a trilha com a esposa  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Redação BNews

por Redação BNews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 05/04/2026, às 19h09



O médico Gerhardt Konig começou a ser julgado nesta semana, no Havaí (EUA), acusado de tentar matar a então esposa, Arielle, durante uma trilha no dia 24 de março de 2025, na região de Pali Puka, na ilha de Oahu. O caso, que ganhou grande repercussão em Honolulu, é marcado por versões conflitantes apresentadas no tribunal.

Na última quinta-feira (2), o anestesiologista de 47 anos prestou depoimento e tentou se colocar como vítima ao detalhar o relacionamento com a ex-companheira.

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Segundo a acusação, a engenheira foi golpeada na cabeça com uma pedra e empurrada de um penhasco em um mirante. Já o médico afirma que agiu em legítima defesa após ser atacado pela esposa.

Durante o julgamento, o médico afirmou que o relacionamento era conturbado, marcado por ciúmes e desconfiança. Ele disse que descobriu supostas mensagens de "flerte" da esposa com um colega de trabalho, o que teria abalado o casamento.

"Arielle não estava disposta a fazer sexo com você sempre que você exigia, não é?",  questionou o promotor Joel Garner. "Eu nunca exigi sexo, então isso não está certo", respondeu Gerhardt. 

Em outro momento, ele admitiu ter ofendido a esposa e confessou que a atingiu com uma pedra, mas reforçou a versão de defesa.

"Eu me debati, consegui soltar as duas mãos (…) e a atingi duas vezes na cabeça", disse.

Arielle, por sua vez, disse que Gerhardt tinha "ciúme extremo" e acreditava que ela estivesse vivendo um caso extraconjugal.  

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