Mundo
por Gabriel Santana
Publicado em 26/09/2025, às 16h36
Os medicamentos brasileiros não devem ser tão afetados pelas tarifas de até 100% sobre remédios importados, impostas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. É o que diz o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos, Nelson Mussolini, na sexta-feira (26).
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De acordo com a CBN, a taxa anunciada por Trump será aplicada sobre a importação de medicamentos de marca ou patenteados, a não ser que a empresa esteja construindo uma fábrica em território estadunidense.
No caso do Brasil, que na grande maioria, exporta medicamentos genéricos para os Estados Unidos, pode não ter impactos significativos. Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato, afirma que o processo para que as empresas atuem nos EUA pode durar até quatro anos até se concretizar.
“No Brasil, não há uma preocupação muito grande, porque as empresas que ele está focado são as de patentes. Essas empresas, hoje, mandam medicamentos para o Brasil. Se tiver que mudar uma produção, primeiro que isso não acontece do dia para a noite. Você construir uma fábrica nova, para você ter aprovações, inclusive da FDA, é coisa que demora dois, três, quatro anos. Não é uma coisa que acontece na semana seguinte”, relatou.
Além dos medicamentos, Trump também impôs tarifas entre 25 e 100% sobre importação de caminhões pesados, móveis e itens para cozinha e banheiro.
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