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Ministra pede pena máxima para pessoas que assistiram live de assassinato de jovens

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Garotas argentinas foram mortas com requintes de crueldade após sofrerem torturas  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 02/10/2025, às 18h24



A ministra de Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, anunciou em coletiva realizada nesta quinta-feira (2), que pediu para que autoridades da província de Buenos Aires, apliquem a Lei Antimafia aos envolvidos nos assassinatos de três jovens e que teve transmissão ao vivo nas mídias sociais, no fim de setembro.

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A medida imposta por Bullrich visa criminalizar a filiação a uma organização dedicada a crimes específicos. De acordo com o Portal Uol, o enfoque é enquadrar todas as pessoas que assistiram a live, como “assassinos”. Mesmo que não tenha nenhuma participação direta no crime. 45 pessoas que assistiram podem ser punidas com a sentença máxima.

O principal suspeito de ter mandado matar as jovens com requintes de crueldade e transmitir ao vivo para um grupo no Instagram é Tony Janzen Valverde Victoriano, mais conhecido como “Pequeno J”. Ele foi preso no Peru e será extraditado para responder na Argentina.

Matias Ozorio é apontado como o cúmplice de “Pequeno J”. Ele foi preso em Lima, capital do Peru. A polícia peruana divulgou um vídeo em que Ozorio relata que fugia de traficantes argentinos e entrou de forma ilegal no país.

As três jovens, identificadas como Lara, de 15 anos, Morena e Brenda, ambas de 20 anos, foram esquartejadas e enterradas em Florencio Varela, na região sul da capital argentina, Buenos Aires.

Investigação do caso

A polícia da Argentina teve apoio internacional das corporações da Bolívia e Peru para capturar os suspeitos. A namorada de Pequeno J revelou informações importantes para a Polícia descobrir o esconderijo utilizado pelo suspeito, em Villa Zabaleta. Gangues rivais colaboraram com informações pois foram motivados pela gravidade das violências.

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