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Uma mulher identificada como Jane Doe, moradora do Kansas, nos Estados Unidos, processou quatro sites de conteúdo adulto após flagrar o filho de 14 anos assistindo a vídeos pornográficos escondido. De acordo com o site EXTRA, o menor entrou 118 vezes nas páginas até ser descoberto pela mãe.
A mulher pede indenização de US$ 75 mil (cerca de R$ 425 mil) de cada site pornô por violar a lei estadual que exige que esses tipos de site tenham medidas de verificação de idade.
O valor reflete os "danos reais resultantes do acesso de Q.R. (como o adolescente é chamado no processo) a material prejudicial a menores, incluindo, entre outros, despesas médicas passadas, despesas médicas futuras, serviços e incapacidade perdidos no passado e no futuro, dor, sofrimento e incapacidade passados e futuros".
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