Mundo
por Héber Araújo
Publicado em 21/07/2025, às 15h22
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos informou, nesta segunda-feira (21), que o preço da carne no país subiu, chegando a uma média de 9% mais caro, o que já é considerado um recorde. A apuração do departamento aconteceu entre janeiro e junho deste ano.
Segundo os dados, desde a “crise do ovo”, ocorrida após um surto de gripe aviária em 2024, os norte-americanos não viam aumentos no preço dos alimentos de forma tão abrupta.
Os índices apontam que o bife e a carne moída tiveram aumentos expressivos de 12,4% e 10,3%, respectivamente, em relação ao ano passado. Especialistas afirmam que conter o preço da carne será mais difícil do que foi com os ovos. De acordo com Michael Swanson, economista-chefe agrícola do Wells Fargo, a "carne é mais complexa".
“A indústria pecuária ainda é o 'Velho Oeste' do mercado de proteínas, enquanto o mercado de ovos é mais 'América Corporativa', com sua gestão de oferta e demanda”, disse o economista à CNN.
Entre os fatores para o aumento do preço da carne estão questões como a diminuição dos rebanhos norte-americanos, aumento da seca, aumento da importação da carne bovina. O preço ainda deverá sofrer novo reajuste, visto que um dos principais exportadores de carne do país é o Brasil, que sofre com taxas de 50% sobre as exportações.
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