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Publicado em 14/07/2024, às 08h08 Cadastrado por Daniel Brito
As repercussões em torno do ataque sofrido por Donald Trump continuam. O ex-presidente foi ferido por um atirador localizado nas proximidades de um comício realizado por ele em Butler, na Pensilvânia, no sábado (13).
Desta vez, o Serviço Secreto se tornou alvo de críticas e questionamentos, já que é responsável pela avaliação prévia de segurança, organização do esquema e supervisão da área onde o ataque ocorreu.
Perguntado se houve uma falha do sistema de segurança, Kevin Rojek, agente do FBI responsável pelo escritório de Pittsburgh, afirmou que a entidade "não irá fazer essa avaliação nesse momento". "Há uma investigação em curso", adicionou.
"Estamos trabalhando na avaliação do aparato montado. Vai ser uma longa investigação sobre o indivíduo, como ele teve acesso ao local, o armamento usado", adicionou.
George Bivens, tenente-coronel da Polícia Estadual da Pensilvânia, reveloy que havia cerca de 30 a 40 policiais no local antes dos disparos. Não se sabe, porém, a quantidade de agentes do Serviço Secreto presentes.
"Em defesa deles [o Serviço Secreto] é incrivelmente difícil ter um lugar aberto ao público e garantir a segurança contra um atirador determinado. A investigação vai nos dar a oportunidade para ver se houve falhas e como fazer melhor no futuro", disse.
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