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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou na última quarta-feira (23) acreditar que há um acordo em andamento com os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para encerrar a guerra no leste europeu.
Apesar do otimismo, Trump ressaltou que negociar com Zelensky tem sido mais difícil do que esperava e criticou a postura do líder ucraniano, que, segundo ele, adota uma abordagem “inflamatória” ao recusar o reconhecimento da Crimeia como território russo.
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“Acho que a Rússia está pronta e muita gente disse que a Rússia queria ir em frente com tudo. E acho que temos um acordo com a Rússia. Precisamos chegar a um acordo com Zelensky”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval.
Apesar das declarações do presidente, membros do governo norte-americano demonstraram ceticismo quanto à proximidade de um acordo. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou no mesmo dia que Trump está “frustrado” com a falta de avanços e que Zelensky “parece estar indo na direção errada”. Fontes da administração norte-americana indicaram que, sem progresso rápido, os Estados Unidos podem abandonar os esforços de mediação.
Questionado sobre a possibilidade de os EUA reconhecerem oficialmente a Crimeia como parte da Rússia — ponto central das exigências russas — Trump evitou se posicionar diretamente. Ele afirmou não ter “favoritos” entre Rússia e Ucrânia e reforçou que seu objetivo é apenas pôr fim ao conflito.
As declarações de Trump contrastam com a posição firme de Zelensky, que insiste que qualquer cessar-fogo deve incluir a recuperação de todos os territórios ocupados, incluindo a Crimeia, e que ceder a península seria inaceitável para a Ucrânia.
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