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Trump chama suspeito de ataque a tiros de "doente" após incidente em jantar

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O suspeito dos disparos é Cole Tomas Allen, de 31 anos; investigação aponta que alvo seria o próprio presidente  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Truth Social

Publicado em 26/04/2026, às 18h19   Lorena Alcantara



O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, comentou neste domingo (26) o ataque a tiros que interrompeu um jantar com jornalista na noite de sábado (25). Em entrevista à Fox News, ele classificou o suspeito como "um cara doente" e afirmou que ele teria ódio contra cristãos.

“E o cara é um cara doente. Quando você lê o manifesto dele, ele odeia cristãos. Isso é uma coisa certa. Ele odeia cristãos e ódio. E eu acho que a irmã ou o irmão dele estava reclamando disso. Você sabe, eles estavam até reclamando para a polícia. Então ele era um cara muito problemático”, declarou Trump.

O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos. Segundo autoridades locais, ele é da Califórnia, tem formação em engenharia mecânica e trabalhava como professor particular.

De acordo com o procurador-geral interino dos Estados Unidos, Todd Blanche, o ataque tinha como alvo integrantes do governo e o próprio presidente Donald Trump. A investigação aponta que o suspeito viajou de trem de Los Angeles até Washington D.C., passando por Chicago, e se hospedou no mesmo hotel onde acontecia o evento.

As autoridades informaram ainda que as armas utilizadas por Cole Tomas Allen teriam sido adquiridas nos últimos dois anos. O trajeto e as ações do suspeito estão sendo analisadas pelo FBI e por forças policiais locais.

Após o episódio, Trump afirmou que pretende mudar o local do tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Segundo ele, a ideia é realizar o evento dentro da própria Casa Branca, em um espaço mais protegido.

“Estamos construindo um salão de baile grande, bonito e muito, muito seguro em todos os sentidos, com vidro à prova de balas. Tem quase 4 polegadas de espessura. É algo bastante incrível. (…) Precisamos de um local e os locais estão nos terrenos da Casa Branca, que é o terreno mais seguro provavelmente do mundo, incluindo a cerca, incluindo todo o resto. O presidente não precisa sair das instalações”, revelou em entrevista.

O caso segue sob investigação.

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