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Voluntários contam que passaram madrugada ao lado do corpo de Juliana Marins para garantir resgate na Indonésia

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Socorristas voluntários ficaram acampados em montanha para garantir resgate do corpo da brasileira  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Instagram
Matheus Simoni

por Matheus Simoni

matheus.simoni@bnews.com.br

Publicado em 26/06/2025, às 07h59



O alpinista e guia do Monte Rinjani Abdul Haris Agam atuou como socorrista na tentativa de resgatar a brasileira Juliana Marins, de 26 anos do vulcão na Indonésia. Ele compartilhou tudo nas redes sociais e mostrou o processo para tentar chegar à jovem ainda com vida. Ela foi encontrada somente quatro dia depois de cair da trilha que fazia próxima ao vulcão.

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Agam integrou um grupo de quatro alpinistas que desceram até o local em que estava o corpo de Juliana e montaram um escoramento para passar a noite e aguardar melhores condições para a içá-lo. Outros oito socorristas atuaram no resgate.

"A situação é muito trágica e ficou na memória do Agam. Foi muito duro. Em algum momento, várias vezes o suporte de quem estava lá no topo desabou. Isso provocou a queda de pedras e areia várias vezes. Só por misericórdia de Deus eles não morreram", afirmou.

Um vídeo divulgado por Agam mostra os socorristas próximos ao corpo, depois de descer a uma profundidade de 600 metros. Eles utilizaram equipamentos de segurança e se prenderam nas rochas do local. Outro socorrista, Herna Hadi Prasetyo, conhecido como Tyo Survival, registrou o em que as equipes se preparavam para dormir. 

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