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por Natane Ramos
Publicado em 14/01/2025, às 23h19
Yoon Suk Yeol, presidente da Coreia do Sul que estava afastado, foi preso em uma operação na manhã de quarta-feira (15), pelo horário local - o que corresponde a terça-feira (14), no Brasil. Apoiadores do líder político tentaram impedir a ação e a prisão acabou levando seis horas para ser realizada.
O político foi alvo de um mandado de prisão no âmbito após uma investigação qeu apura acusações de insurreição, depois do presidente ter decretado, em dezembro de 2024, uma lei marcial para restringir direitos civis. A medida, no entanto, doi suspensa após algumas horas com uma votação do Congresso.
O progresso também aprovou a abertura de um um processo de impeachment contra Yoon, e ele segue afastado do seu cargo. Os investigadores tentaram prender o presidente no dia 3 de janeiro, no entanto, foram impedidos de entrar na residência de Suk Yeol pode seguranças e guardas militares.
Desta vez, os investigadores conseguiram fechar um acordo com os gurdas presidenciais e levar Yoon para que o mandado de prisão fosse cumprido. Além disso, na hora da prisão, cerca de 6.500 apoiadores ficaram dificultando a ação. Os advogados do presidente afastado tentaram uma negociação, no entanto os agentes da segurança decretaram que o mandado seria realizado.
O presidente será levado para prestar depoimento sobre o possível plano de insurreição envolvendo o decreto da lei marcial. Até o momento, não se tem informações se Yoon será liberado após depor ou se continuará detido.
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