Colunas / Na Sombra do Poder
Publicado em 29/05/2025, às 05h50 - Atualizado às 06h59 Editoria de Política
O Personal Taradão
Em Salvador, nem só de compras vive o vaivém no shopping mais badalado da cidade. A administração do centro comercial — daqueles onde o metro quadrado vale mais que muito contrato público — está de olho atento em um personal trainer que anda fazendo muito mais do que corrigir postura e ajustar o peso da anilha. Conhecido por treinar uma clientela seleta — dondocas soteropolitanas, casadas, solteiras, entediadas ou simplesmente curiosas — o rapaz mistura toques “técnicos”, cochichos motivacionais e intimidades fora do cronograma de musculação. As câmeras não confirmam, mas as fofocas já estão no episódio cinco de uma série que daria fácil uma original Netflix: “Alongamento Proibido: Segredos na Sala VIP.” O que era só suor virou suspeita, e o que era treino virou enredo. Maridos desconfiam, síndicos comentam, e até a direção do shopping já cogita um reajuste contratual — só não se sabe ainda se para cima ou para fora.
A Menina Badogue
Tem menina solta na pista — e na planta. Saliente e sempre bem vestida, desfila pelos bastidores do poder com mais desenvoltura que parlamentar em véspera de reeleição. Conhecida nos salões como Badogue, e não é por acaso: tem mira precisa, alvo definido e elasticidade moral de fazer inveja a muito acordo de leniência. Fontes sussurram que ela circula entre políticos e empresários como quem troca de figurino em desfile de alta temporada. Mas o clímax social mora mesmo no Horto Florestal, onde reside um certo empreiteiro — casado, influente e atualmente em transe. Ele jura, de pés juntos (e talvez olhos vendados), que desconhecia as “atividades paralelas” da moça. Mas quem o vê hoje diz que ele anda mais balançado que ponte em obra embargada. A vizinhança, claro, não perdoa: os cochichos já falam em separação iminente e em uma possível promoção da Badogue — de visita noturna a residente oficial. O amor pode até ser cego, mas no Horto tem muita gente de binóculo na varanda.
Casamentos Virtuais
O divórcio de Virgínia e Zé Felipe anda causando mais que alvoroço: virou oráculo social. Enquanto os trending topics ardem, a elite baiana troca confidências entre espumantes e suposições, com coincidências hereditárias — porque, afinal, fofoca bem feita também é patrimônio imaterial. A comparação inevitável vem de dentro da vitrine digital: um certo casal de jovens artistas, tiktokers e instagramáveis de profissão, vive o mesmo roteiro — só que em looping. Sorrisos ensaiados no feed, crises nos bastidores e contratos sentimentais com prazo de validade exposto…É esperar e conferir!!

Divindades da SPU
A SPU na Bahia e em Brasília está repleta de divindades que se acham melhores e saem em falsa defesa de comunidades tradicionais, inclusive em Boipeba, para disfarçar suas obscuras traquinagens. As duas semi-deusas e os dois semi-deuses mandam mais que o secretário nacional, que caiu de maduro, e que os superintendentes, que, desde sempre, só seguem a cartilha desses intocáveis e inquestionáveis. O que os deuses do Olimpo não esperavam é que o tempo de manda-chuvas e de coordenar seus superiores vai chegar ao fim e, quando isso ocorrer, de tanto comerem bondade e arrotarem crueldade, em nome da democracia e das minorias, não escaparão da mira da PF, Ouvidoria e CGU.
O Liberal
Em um país onde o salário mínimo compra menos que a vergonha alheia nas redes sociais, um certo profissional liberal resolveu viver como se habitasse Davos, mas com CEP no Terceiro Mundo. Aviões, carros de luxo, iates cinematográficos, jantares em ilhas que a maioria dos brasileiros só conhece do Google Earth — tudo devidamente documentado no Instagram, com filtros que nem tentam disfarçar o deboche à realidade do país de miseráveis. Mas a maré virou. Nas últimas semanas, seu nome apareceu entre manchetes que sugerem relações incômodas com esquemas de corrupção — dessas que fazem o luxo parecer mais dinheiro surrupiado de pobres do que prosperidade. Agora, a pergunta que paira no ar como drone em cobertura de festa: estamos diante do preço do excesso de exposição em uma terra sem meio-termo — onde o sucesso desperta ódio, inveja e investigações? Ou seria isso retaliação calculada de uma classe que não suporta ver um dos seus ostentando enquanto o resto segue na guerra de boletos e ego ferido? No Brasil da polarização e da estética do exagero, a linha entre o aplauso e a devassa é mais tênue que um fio de ouro 24k no pulso de um profissional liberal.
Chupada do Yatch
Depois das travessuras da Chipada do Yatch e seu marido lobista, chega a esta coluna as traquinagens de outra dupla de peso, ou melhor, chupada. Igualmente frequentadores do requintado clube social e das mansões de Praia do Forte, utilizam do mesmo método: entre drinks, abraços, sorrisos e outros lances da madame com as presas, o maridão trata de fisgar os patos. Esse outrora influente casal de meia idade, que anda perdendo peso na base do Mounjaro, está engordando o bolso na base de contratinhos públicos em materiais diversos, serviços e outros certames. O que eles não sabem é que em breve vão ter que trocar o Mounjaro pelo Rivotril, porque gente grande e séria do setor já colocou a lupa neles. Será que vão acabar com a chupada - na gordurinha e nos cofres públicos?
Arquiteto "lá e low"
Depois de anos vivendo um casamento luxuoso com uma senhora de sobrenome forte e nome sussurrado com reverência nos salões de Salvador, um renomado arquiteto resolveu reavaliar suas linhas mestras. Inspirado talvez por curvas menos tradicionais, passou a explorar o litoral baiano com uma intensidade que faria inveja a muito guia turístico alternativo. Entre Arembepe e Imbassaí, ele agora circula com discrição calculada — pousadas charmosas, mesas VIP escondidas nos fundos de restaurantes estrelados e um certo fascínio por ambientes frequentados por jovens colegas de profissão, sempre muito “expressivos” nos elogios ao seu portfólio… e à sua companhia. Nos corredores das lojas mais exclusivas das Espatódias, a especulação é diária — e bem mais animada que nas casas de aposta online: quem vai ficar com o bofe? A esposa tradicional e influente, ou algum dos novos amigos de fim de semana com quem ele divide taças, confidências e talvez até travesseiros? O projeto da vez não tem planta, mas tem muitos olhos acompanhando cada fundação emocional. E pelo visto, o arquiteto ainda não decidiu se quer reformar o casamento. O certo é que entre pranchetas e compassos tem muita régua sendo manipulada.

Guerra de Toga
A disputa pela presidência do Tribunal de Justiça da Bahia promete transformar os últimos meses do ano em temporada digna de thriller político-judicial. Entre os bastidores de toga e silêncio institucional, dois dos principais candidatos, que já haviam abandonado qualquer traço de cordialidade, entraram em campo com armamento de grosso calibre. Um está na alça de mira do outro, e os disparos não são simbólicos. Há informações que até então dormiam em paz nos arquivos das vaidades e agora ganham a luz do sol, levando os eleitores togados a ficarem incrédulos. Fontes confidenciam que magistrados experientes têm se surpreendido com o teor das trocas. “A obsessão dos dois é tão grande que há receio de produzir efeitos colaterais desastrosos”, sussurra uma das fontes.
Entre corredores, golpistas e calcinhas
Chama a atenção o número de operações deflagradas em escritórios de um prédio empresarial da Avenida Paralela. Somente nos últimos meses, diversas batidas policiais aconteceram o condomínio de alto padrão, recheado de lojas, salas luxuosas e clínicas visitadas por quem tem muita grana. A NSP apurou que um andar específico virou o queridinho de magnatas políticos da hight society baiana. Independente do horário, a movimentação é sempre grande, onde as tensões entram e ficam por lá mesmo. No entanto, a presença da polícia no prédio já começa a ameaçar a tranquilidade do empresarial. As moças que se cuidem. Os mimos envolvendo viagens, aparelhos telefônicos e lingeries prometem estar com os dias contados.

Bafafá na Câmara
Teve muita coisa errada na invasão na Câmara de Salvador, de ambos os lados. NINGUÉM MAIS ACEITA VOTAÇÃO A PORTAS FECHADAS! Mas, também, NINGUÉM, numa DEMOCRACIA REPRESENTATIVA, tem o direito de tomar microfone e subir na Mesa Diretora de um parlamento sem autorização. Todo mundo errou ali. Inclusive, como bem comparou o presidente Carlos Muniz, o que difere o que aconteceu em Salvador com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 em Brasília? A mola propulsora dos dois atos foi a mesma: ir contra a institucionalidade.

O termo "invasão"
Teve sindicalista que se retou com o uso do termo "invasão" pela imprensa, acusando a grande mídia de querer "criminalizar a luta". Mas, qual outro nome para classificar o ato do dia 22 de maio em Salvador? Já pensou o que aconteceria se QUALQUER PESSOA resolvesse entrar, na hora bem entendesse, na Câmara Municipal, Assembleia Legislativa ou no Congresso Nacional? A urna eletrônica serve para escolhermos quem vai falar por nós e circular por estes espaços. Se parlamentares indignos são eleitos, são outros quinhentos.

E mais uma coisa...
Aqui a gente sempre vai defender o trabalhador. Contudo, é bom lembrar que existem existem métodos garantidos na Constituição para se fazer pressão no patronato - como, por exemplo, o direito de greve e passeatas. Qualquer coisa que fuja da ordem institucional é indefensável.
Vereador fujão
A NSP ficou sabendo que teve vereador trancado no banheiro durante a invasão....
VAR da Dentada
Deu o que falar a suposta mordida sofrida pelo vereador Sidninho na semana passada durante a invasão na Câmara Municipal de Salvador. Acusado de ter sido o autor da agressão, o sindicalista Bruno Carianha (que certamente agora vai ser candidato em 2026) se defendeu e disse que sequer teve necessidade de fazer nada contra o edil. Em sua defesa, o líder sindical disse que se desequilibrou e que quase leva um tombo diante do púlpito do plenário, dando início a um empurra-empurra. A guerra de narrativas está posta e o caso promete chegar às instâncias superiores.

Alice no País das (Não) Maravilhas
A invasão do dia 22 de maio tem dado o que falar! Após ser comparada com os ataques do 8 de janeiro de 2023, em Brasília, tem vereadora causando pânico ao revelar os momentos de tensão que viveu no dia. O depoimento não teve a repercussão esperada e virou motivo de chacota nos bastidores. O motivo? Dizem que ela adotou um tom “exagerado” ao comentar sobre os protestos na Câmara e que a história não foi bem assim.

Legislativo em perigo
A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) por pouco não passou pela mesma situação da Câmara Municipal de Salvador, quando um grupo de servidores invadiu o plenário da Casa. O pior é que toda a baderna, nos dois casos, pode não ter servido pra nada, já que os pedidos dos manifestantes dificilmente serão atendidos.
“Não sumi, fui rezar” 1
O prefeito Bruno Reis resolveu aparecer essa semana depois de mais de um mês sumido da imprensa. Na coletiva com os jornalistas, que convocou para falar sobre a greve dos professores, ele justificou a ausência. "Sumi não. Fui rezar, agradecer a Deus por tudo que tem proporcionado em minha vida e pedir sabedoria para decisões futuras", disse. A informação que circulou nas redes sociais é que o gestor municipal foi para um retiro espiritual com a primeira- dama. No entanto, ao invés de voltar aos holofotes mais calmo, o prefeito retornou raivoso e soltando fogo pelas ventas com os adversários e sindicalistas. Afinal, o inferno astral ainda não passou. Servidores da educação reivindicam o piso salarial e continuam de braços cruzados.

“Não sumi, fui rezar” 2
Bruno Reis e a bancada governista têm estreitado os laços após o retorno do prefeito às suas funções na prefeitura de Salvador. Após obter o apoio unânime de seus aliados no projeto de reajuste salarial para servidores municipais, o prefeito tem se reunido com seus pares para dialogar. A medida ocorre diante de uma insatisfação da bancada governista com Bruno Reis após o prefeito se ausentar de discussões polêmicas ao viajar durante o período de tensão na capital baiana. De volta, o prefeito parece querer evitar que bombas maiores estourem na capital baiana.

Offline
Durante a live da coletiva de imprensa do Pivete do Calabar no Instagram, o perfil do prefeito recebeu uma enxurrada de críticas dos educadores que reivindicavam o pagamento do piso salarial à categoria. Outro detalhe que chamou a atenção de quem acompanhava o pronunciamento é que quando foram abertas as perguntas para a imprensa, a transmissão foi encerrada. Logo depois, a live foi apagada. O que será que aconteceu?

Pedala, Bruno!
Bruninho quer "sepultar de vez" o assunto do piso salarial dos professores da rede municipal. Segundo o texto publicado no Diário Oficial do Município, o novo salário-base para a remuneração dos profissionais que cumprem carga de 40h semanais é de R$ 4.867,82, valor que, de fato, é maior que o R$ 4.867,77 estipulado como piso pelo governo federal. Acontece que o valor só é alcançado por conta das gratificações e bonificações, algo já apontado por oposicionistas como uma verdadeira pedalada para a prefeitura tentar pagar o piso. A NSP promete ficar atenta aos próximos contracheques dos professores. Enquanto isso, tome entrevista para tentar limpar a imagem.
SOS Transalvador
O caos no trânsito da avenida principal de São Marcos, em Salvador, é um velho conhecido dos moradores da região. Mas a atitude de alguns motoristas sem noção piora ainda mais a circulação pela via. É comum ver caminhões estacionados no meio da rua, retirando mercadorias para abastecer os estabelecimentos nos mais variados horários, em qualquer dia da semana. A avenida, que já fica engarrafada por vida, praticamente trava quando algum automóvel de grande porte atrapalha o trânsito. E a Transalvador, que poderia impedir esse tipo de situação, faz vista grossa. Agora que o prefeito voltou, quem sabe dá um jeito.
Jogando parado
Jogar parado é um jargão do futebol usado para aqueles jogadores que, mesmo com pouca mobilidade, podem fazer estrago. O mesmo vale para a oposição aos governos Lula e Jerônimo Rodrigues. Os adversários dos petistas não precisam fazer muito esforço para chamar atenção da opinião pública, já que tanto o presidente, quanto o governador e suas equipes, cometem deslizes que são um prato cheio para os opositores, vide a trapalhada do IOF e a declaração do baiano sobre levar bolsonaristas para a vala. Qual será a próxima bola fora?

Bomba relógio
Os funcionários públicos estaduais podem ter outra dor de cabeça em breve. O governo estuda alterações no Planserv que podem desagradar os servidores. Ainda não se sabe exatamente quais medidas o governo pretende adotar para melhorar o serviço, mas já se fala que “sacrifícios” terão que ser feitos para socorrer o plano de saúde. Com a palavra, Jerônimo Rodrigues e Edelvino Góes.

Pegou mal, galego
Os ataques sofridos pela ministra Marina Silva na última semana serviram para acirrar os ânimos entre a base governista e a oposição. Aliados da chefe da área ambiental do governo Lula logo trataram de sair em defesa, seja com falas ou posts nas redes sociais contra as falas agressivas. No entanto, um posicionamento vem sendo acompanhado de perto: as manifestações do senador e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner. Na sessão em que foi atacada, Marina tinha ao lado o petista, que é líder do governo. Ao invés de falar contra as agressões, Wagner se calou e disse, horas depois em discurso no plenário, que foi uma "discussão isolada". Foi o bastante para as redes sociais do senador serem inundadas por cobranças. Pegou mal.

Fritura 1
A fritura de Marina Silva dentro do Governo Lula ficou evidente no episódio. Mas a ministra do Meio Ambiente já está no tacho quente há mais tempo. No início da semana passada, uma reunião na Casa Civil, com a presença Wagner e Rui, deixou evidente. Marina foi voto vencido e o governo decidiu ceder à pressão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), para fazer andar o PL da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. No dia seguinte, o senador Fabiano Contarato (PT-ES), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, colocou a matéria em pauta, mesmo sabendo da péssima qualidade do texto e que a sua aprovação seria certa, como de fato ocorreu. Marina e toda sua defesa dos mecanismos de licenciamento para contar o avanço da degradação ambiental no Brasil, sofreram uma derrota acachapante e, mesmo a Liderança do Governo orientando votar contra a matéria, o PL terminou aprovado em plenário por 54 a 13 e uma abstenção: a do Líder do Governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Fritura 2
No episódio ocorrido na sessão da Comissão de Infraestrutura do Senado, quando foi alvo de ataques misóginos e machistas dos senadores Plínio Valério (PSDB-AM) e pelo presidente do Colegiado, Marcos Rogério (PL-RR), a ministra Marina Silva não contou com qualquer proteção dos senadores governistas. A única voz em sua defesa só ocorreu quando o “massacre” já se desenrolava há tempo e foi a do sergipano Rogério Carvalho (PT). Em seus gabinetes, os outros senadores petistas assistiam pela TV Senado aos ataques à ministra.
Me dê motivo
Segundo um graduado do Senado, o motivo do “abandono” ao qual Marina foi relegada na sessão da Comissão de Infraestrutura seria o trecho final de uma resposta dada a uma indagação do senador Omar Aziz (PSD-AP). O amazonense disse que o presidente Lula foi, em 2024, ao seu estado e prometeu asfaltar a BR-319, que liga Manaus a Porto Velho. E indagou a Marina quem manda no governo, se Lula ou ela. Em sua resposta, Marina desfilou argumentos técnicos sobre a necessidade de estudos de impactos mais aprofundados sobre a obra, mas errou na mão em sua conclusão: “eu não faço meu trabalho pensando nas próximas eleições”. Nesse momento, Jaques Wagner (PSD), que acompanhava a sessão na Mesa Diretora do Colegiado, juntou seus papéis e deixou a sala.
Rui, o radical da "direita"
Numa roda de conversa de assessores de partidos de esquerdada da Câmara, um deles soltou a seguinte pérola: “Nada se aproxima mais do Centrão que o PT da Bahia”. Muitos riram, outros franziram a testa em reprovação, mas uma reação causou atenção. Um dos presentes disparou: "Alto lá! Rui não. Rui está mais à direita que o próprio Centrão". Para em seguida enfileirar exemplos: “Para Rui, polícia que mata é ‘artilheiro na cara do gol’; licenciamento ambiental é ‘empecilho aos investimentos”; e nem Tarcísio (de Freitas, governador de São Paulo) gosta mais de escola militar do que Rui’. Após essa declaração, a roda se desfez e todos seguiram para seus gabinetes.

Nem contra nem a favor, muito pelo contrário
Não é de hoje que o governador Jerônimo Rodrigues e o prefeito de Feira, Zé Ronaldo, acenam um para o outro. A relação parece estar tão boa que membros do governo estadual dizem não saber que o feirense era da oposição. No entanto, Zé ainda não é tido como um aliado. Fato é que o prefeito do União Brasil está em todos os eventos realizados pelo governador petista em Feira.

Mezzo-inocência
Um influenciador baiano está tentando provar sua inocência perante a justiça após se envolver em um acidente. Embora ele e seu advogado não estejam medindo esforços para tal, o contexto dos bastidores é oposto. A NSP descobriu que um corre-corre está instaurado entre a equipe de sua esposa para tentar preservar a imagem perante o público que os acompanha. Mas se o acusado afirma ser inocente, precisa disso?
Classificação Indicativa: Livre
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