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VÍDEO: Empresário é confundido e brutalmente agredido por policiais militares durante abordagem

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Segundo o empresário, os policiais militares pediram desculpas após a agressão  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 18/02/2026, às 07h11



Um empresário de 24 anos denunciou ter sido confundido e agredido por policiais militares na madrugada de segunda-feira (15), em Luzilândia, interior do Piauí. Edson Carvalho afirma que foi espancado sem que os agentes fizessem qualquer questionamento prévio. 

Ao g1, o empresário contou que, após curtir uma festa de Carnaval com a esposa e dois casais de amigos, decidiu parar em um restaurante antes de retornarem para Joaquim Pires, onde moram.

Segundo o relato, Edson desceu sozinho do veículo e se sentou em frente à bancada do estabelecimento para olhar o cardápio. Momentos depois, uma viatura da Polícia Militar se aproximou e quatro policiais seguiram em direção a ele com armas apontadas. A ação foi registrada por uma câmera de segurança.

"Botei a mão na cabeça e perguntei o que eu fiz, mas já foram me agredindo. Peguei muito murro e chute, fiquei com muitas marcas no corpo. Minha sobrancelha cortou", relatou.

A esposa e os amigos, que presenciaram a cena, desceram do carro e questionaram os policiais sobre o motivo da abordagem violenta. De acordo com Edson, os agentes perguntaram onde estava a moto dele, mas ele estava dirigindo um carro.

"Eles disseram que tinham pegado o cara errado. Um policial falou que estavam atrás de um homem que, de moto, tinha xingado a equipe, mas outro disse que era um suspeito de agredir uma mulher na praça", contou.

Ainda segundo o empresário, os policiais pediram desculpas e se ofereceram para ir até a casa dele no dia seguinte para se retratar novamente, mas a proposta foi recusada.

O que diz a PM

Em nota, a Polícia Militar do Piauí informou que tomou conhecimento da ocorrência envolvendo agentes durante uma abordagem, com relato de suposta agressão. Os policiais foram afastados das atividades operacionais e um procedimento foi instaurado para apurar os fatos.

"A Instituição reafirma seu compromisso com o respeito aos direitos individuais, a legalidade, a qualidade na prestação do serviço público e a transparência em suas ações", diz a nota.

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