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Contrafeito: PF pediu prisão de investigados, mas Justiça negou

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Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Salvador  |   Bnews - Divulgação Divulgação/PF

Publicado em 13/11/2017, às 12h28   Redação BNews



Os alvos da operação Contrafeito, deflagrada na manhã desta segunda-feira (13) pela Polícia Federal, são dois servidores públicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cinco aliciadores e dois beneficiários da Previdência Social. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Salvador.

De acordo com o delegado de Polícia Federal, Leonardo Almeida Rodrigues, foi solicitada a prisão dos investigados, mas a Justiça negou. "Representamos pela prisão temporária de alguns deles, pelo afastamento, mas foram negados por causa do intervalo que teve entre a interceptação telefônica e o final da investigação, que ocorreu quase um ano depois", disse Rodrigues durante coletiva de imprensa. "Mas isso não quer dizer que eles não podem ser presos depois via condenação por sentença", ressaltou.

O grupo, conforme mostram as investigações, atuava desde 2012 com documentos falsos para dar entrada em processos de requerimento de benefícios previdenciários. Na prática, eram utilizados relatórios e exames médicos falsos com o auxílio de servidores do INSS. 

"Os aliciadores cooptavam pessoas com interesse em solicitar algum auxilio e vendiam a ideia de que eles poderiam oferecer algum tipo de facilidade", explicou o delegado.

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