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Polícia de São Paulo conclui que Elize Matsunaga não teve ajuda no assassinato do marido 

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Em 2015, o Ministério Público (MP) havia pedido para o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) reabrir o caso  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 19/04/2018, às 07h47   Redação BNews



A Polícia Civil de São Paulo concluiu que Elize Matsunaga não teve ajuda no assassinato do marido Marcos Kitano Matsunaga em 2012. De acordo com o G1, o relatório final da nova investigação não aponta uma terceira pessoa na cena do crime. O recurso que seria julgado nesta quarta-feira (18) pela 7ª Câmara Criminal - foi adiado a pedido da defesa. Por enquanto, não há confirmação de quando ele será julgado.

Em 2015, o Ministério Público (MP) havia pedido para o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) reabrir o caso. A Promotoria suspeitava que a bacharel em direito não agiu sozinha na morte do empresário, apesar de ela ter confessa o contrário. Essa outra apuração do Departamento foi concluída no fim de 2017 pela equipe B-Sul. Um ano antes, Elize havia sido julgada sozinha pela Justiça pelo homicídio e ocultação de cadáver de Marcos. Acabou condenada a mais de 19 anos de prisão por balear o marido e esquartejar o corpo dele.

Na prática, esse novo documento reafirma conclusão anterior da equipe F-Sul do próprio DHPP: após investigar outras hipóteses e supostos suspeitos, ficou comprovado que só Elize matou Marcos, sem participação de eventuais cúmplices. O relatório de 21 páginas é assinado pelo delegado Frederico Starosta. À época do crime, o caso tinha sido investigado por Mauro Gomes Dias.

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