Polícia
Publicado em 09/08/2024, às 07h51 Pedro Moraes
“Excelente relação”. Assim, a defesa do deputado Chiquinho Brazão compreende como era o contato do cliente e da vereadora Marielle Franco nos mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O entendimento acontece após os depoimentos serem colhidos pelo Conselho de Ética da Câmara.
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Preso desde março deste ano, Brazão é acusado pela Polícia Federal de ser um dos mandantes do assassinato da vítima e do motorista dela Anderson Gomes, em 2018. Aliado a isso, ele responde a processo no Conselho de Ética, cujo qual pode cassar o mandato como deputado.
“Alisando-se o teor de cada depoimento prestado, dúvida não há de que cada elemento da infundada acusação movida em face do deputado Chiquinho foi por água abaixo: Chiquinho e Marielle eram colegas que tinham excelente relação; não há nada que associe o Chiquinho às atividades de milícia; o tema da regularização fundiária não era pauta da Marielle; a regularização fundiária é uma demanda histórica da população do Rio de Janeiro e contraria os interesses da milícia”, mencionou a defesa de Brazão, conforme divulgado pelo portal g1.
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