Polícia
A advogada Anne Guerra, representante da família do músico Ivonei, uma das três vítimas fatais de uma operação policial da Rondesp no bairro do Curuzu, na última sexta-feira (1º), afirmou, em entrevista ao BNews, que o sambista não tinha envolvimento com o tráfico de drogas, e que não estava armado durante a ação da Polícia Militar (PM).
“Não tinha qualquer envolvimento, ele era músico, era sambista e estava voltando pra casa em torno das dez da noite. Então, não é um horário considerado tão tarde e ele foi alvejado no beco que dava acesso a sua residência. Então foi nesse retorno pra casa na sexta após o seu trabalho, né? Como sambista. Sim, ele não tinha nem porte de armas”, afirmou Anne.
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O irmão de Ivonei prestou depoimento à polícia, nesta quarta-feira (06), e também negou a participação do familiar em qualquer ação de organizações criminosas no bairro, segundo a advogada.
“Inclusive, foi questionado ao irmão, referente ao possível conhecimento de traficantes da região, que o próprio irmão também nem conhecia os nomes nos quais foram questionados. Então era uma pessoa que era referência na comunidade, ele era um líder social”, destacou.
Em nota ao BNews, a PM-BA declarou que foi recebida a tiros por um grupo armado na Rua da Contenda. Após a fuga dos suspeitos, dois deles foram localizados na Rua Agra e, ao notarem a aproximação dos agentes, teriam disparado contra a guarnição, iniciando uma troca de tiros.
No entanto, a advogada segue argumentando que existe uma incoerência no discurso oficial das forças policiais sobre o caso: “A operação continha oito policiais militares, eles escutaram cinco e eles trouxeram uma narrativa de que quando alguns né trouxeram a narrativa de quando eles chegaram no beco, que eles já encontram o Ivonei alvejado, possuindo uma arma e drogas, são algumas inconsistências né?”, indagou.
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