Polícia
Publicado em 04/06/2024, às 10h50 Redação BNews
O traficante paulista Jefferson Veríssimo da Silva, mais conhecido pelo apelido de "Arrepiado", morto nesta terça-feira (4) durante confronto com policiais em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, estava escondido na cidade e usava documentos falsos, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
Ele, que era integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC), participou da morte do policial militar Jefferson Ferreira, em junho de 2020, na Zona Leste da cidade de São Paulo. Em território baiano, o traficante se apresentava com o nome falso de José Laércio da Silva Júnior, natural da cidade de Jussari, no sul da Bahia.
De acordo com a pasta, o criminoso estava morando em um hotel de luxo e ostentava carro e relógios importados. Em Feira, ele fornecia drogas, armas e munições para outros estados do Nordeste. O PCC expande seu poder na Bahia e fecha parceria com facções já estabelecidas no estado. O mesmo é feito pelo Comando Vermelho (CV), do Rio. O "intercâmbio interestadual" entre facções criminosas preocupa as autoridades policiais baianas.
Ataque
A polícia diz que o traficante era um dos três suspeitos de atropelar e matar a tiros de fuzil o polícia da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA) em uma ação osquestrada pelo PCC. A vítima, que estava de folga no dia do crime, deixava sua casa, nas primeiras horas da manhã, quando foi surpreendida pelo trio.
O agente foi ferido no maxilar, perna e abdômen. Ele foi socorrido e levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Sete dias após a morte do PM, outro suspeito foi detido pela polícia na cidade de Praia Grande, na Baixada Santista. O criminoso foi identificado como Thiago Bruno de Menezes.
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