Polícia

Câmeras de segurança registram momento em que homens descartam corpo de vítima esquartejada

Foto: PCDF/Divulgação
Câmeras de segurança mostram dois homens andando junto à vitima  |   Bnews - Divulgação Foto: PCDF/Divulgação
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 05/04/2025, às 17h50 - Atualizado às 18h11



Um morador de rua, identificado como Sidnei Martins, foi morto e esquartejado em um apartamento no Riacho Fundo 1, na última sexta-feira (4). As câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens saíram com os pedaços do corpo da vítima. 

O morador de rua recebeu 39 golpes de faca, teve o corpo esquartejado e foi colocado em caixas. Após isso, foi descartado em um contêiner. Os acusados, Gerson de Sousa Basílio, 52 anos, e Augusto César Nunes Romano, 23 anos, confessaram o crime e foram detidos pelos policiais civis da 29ª Delegacia de Polícia em pouco menos de sete horas após o assassinato.

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A primeira parte da gravação mostra Gerson e Augusto nas imediações do Riacho Mall, na noite de quinta-feira (3). Os dois teriam passado a madrugada ingerindo bebidas alcoólicas com a vítima. Sidnei era conhecido de Gerson, mas não de Augusto. A vítima é o rapaz de chapéu azul e short verde. 

Ao retornar para o prédio, às 3h40, uma das câmeras de vigilância registrou a entrada do trio. Nas imagens, Augusto caminha à frente, enquanto Gerson e Sidnei vêm logo atrás. A vítima parece estar com um problema em uma das pernas. Outra imagem é registrada apenas às 9h33, quando Gerson e Augusto deixam o apartamento sozinhos.

“Nisso, eles já cometeram o crime. Segundo o depoimento de Augusto, a ideia de matar a vítima partiu de Gerson”, detalhou o delegado Johnson Kenedy, chefe da 29ª delegacia.

Augusto comentou que matou a vítima com 37 golpes de faca de serra. Já Gerson alegou que ficou responsável por lavar o local e limpar os membros. Às 12h40, Augusto retornou ao apartamento para descartar a outra parte da vítima. Parte do corpo foi deixada em um contêiner, onde um policial aposentado a encontrou e acionou a polícia. A outra metade foi descartada por um funcionário da limpeza do prédio, que, após ser ouvido pela polícia, foi liberado.

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