Polícia

Cão Orelha: polícia vira alvo de críticas pela condução da investigação

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As mudanças constantes de versões mostram lacunas na condução do caso  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Vídeo
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 07/02/2026, às 10h11



A investigação que apura a morte do cão comunitário Orelha e os maus-tratos ao cão Caramelo, ocorridos em Florianópolis, ganha mais um novo capítulo. Agora, a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) tornou-se alvo de críticas pela condução da investigação.


As mudanças constantes de versões mostram lacunas na condução do caso do Cão Orelha e levam a defesa dos suspeitos a apontar fragilidades nas provas do crime.

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Sem respostas para alguns quesitos, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou, nessa sexta-feira (6), que a PCSC preste “mais esclarecimentos” e apresente “maior precisão na reconstrução dos acontecimentos”.

A 10ª Promotoria de Justiça de Florianópolis, da área da Infância e Juventude, e a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais detalhamento da investigação.

Uma possível prática de coação e ameaças envolvendo familiares dos adolescentes investigados a um porteiro de um condomínio da Praia Brava também está sendo apurado pelo MP.

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