Polícia
A médica Juliana Brasil pode responder pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso, além de homicídio doloso por dolo eventual. Segundo o delegado Marcelo Martins, do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), responsável pela investigação do caso, em Manaus, a médica utilizava carimbo e assinaturas com referência à especialidade de pediatria, mesmo sem possuir o título oficialmente reconhecido.
Juliana é investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, que faleceu na madrugada do dia 23 de novembro, após um erro na prescrição médica. Nesta sexta-feira (12), ela teve o habeas corpus preventivo revogado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
“Nós realizamos um estudo a respeito da questão dela ter assinado a especialização pediatria no carimbo e ter assinado o nome dela com a expressão pediatria. Todas as regulamentações do Conselho Federal de Medicina indicam que o médico que não possui uma especialização não pode se identificar de nenhuma forma, com nenhuma referência a uma especialidade que ele não possui, e ela fez isso”, afirmou o delegado.
A médica chegou a confessar o erro em um documento enviado à polícia e em mensagens em que pediu ajuda a um colega de profissão, mas a defesa dela afirma que a confissão foi feita "no calor do momento".
Raiza Bentes Paiva, técnica de enfermagem responsável pela aplicação do medicamento, também é investigada. Ela afirmou que apenas seguiu a prescrição ao aplicar a adrenalina de forma intravenosa e sem diluição.
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