Polícia

Caso Larissa Manuela: Padrasto confessa ter matado menina de 10 anos

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Larissa Manuela foi encontrada morta com 16 facadas dentro de sua própria casa  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 23/06/2025, às 22h35



O brutal assassinato da menina Larissa Manuela, de 10 anos, que chocou a cidade de Barueri, na Grande São Paulo, teve uma reviravolta decisiva. O padrasto da criança, Diego Sanches, confessou ser o autor do crime. Larissa foi encontrada morta com 16 facadas dentro de sua própria casa no último dia 12 de junho.

A confissão foi confirmada pelo pai da vítima, Cícero Regivan de Lucena, que, devastado, agora cobra um posicionamento da mãe da menina sobre o crime cometido pelo companheiro.

A dor do pai e o silêncio da vítima

Em uma entrevista coletiva marcada pela emoção, Cícero relatou que foi informado da confissão pela polícia e expressou sua angústia. "Não sei qual será a minha reação ao encontrar o Diego", disse. Ele também revelou um detalhe comovente: Larissa nunca reclamou do comportamento do padrasto, pois preferia aproveitar ao máximo os momentos com o pai, sem tocar em outros assuntos.

O caminho da investigação

A confissão de Diego Sanches acontece após dias de investigação e negativas. Inicialmente, a Justiça de São Paulo havia negado um pedido de prisão temporária contra ele. Diego já havia prestado depoimento três vezes e sempre manteve seu álibi, afirmando que "estava trabalhando" no momento do crime.

No entanto, ele já era considerado o principal suspeito. Seus chinelos e celular foram apreendidos pela polícia após ele ter sido identificado em imagens de câmeras de segurança próximo ao local do crime. A pressão da investigação o levou a finalmente admitir a autoria do assassinato.

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O dia da tragédia

Larissa Manuela foi encontrada morta pela própria mãe por volta das 17h do dia 12 de junho. A menina estava caída ao lado da cama, com múltiplas perfurações de faca no pescoço e no tórax.

Naquele dia, a criança estava sozinha em casa. Sua mãe havia saído para trabalhar às 6h, e seu irmão mais velho, de 19 anos, estava em viagem. Um detalhe crucial revelado pela mãe aos policiais mostra a vulnerabilidade da vítima: o portão da casa não ficava trancado e a porta principal estava apenas encostada, facilitando a entrada do criminoso.

O caso foi registrado como homicídio e é investigado pelo 1° Distrito Policial de Barueri. Com a confissão, a polícia agora trabalha para concluir o inquérito e esclarecer a motivação por trás do crime brutal.

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