Polícia
Publicado em 17/10/2025, às 14h48 Bernardo Rego e Leonardo Oliveira
Foi apresentado nesta sexta-feira (17) no Centro de Operações e Inteligência (COI) na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Salvador, o balanço da Operação Primus deflagrada na Bahia e em outros estados do Brasil para combater uma organização criminosa que atua no ramo de adulteração de combustíveis.
A delegada Haline Peixinho do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) contou, em entrevista, como o grupo funcionava e o indícios que levaram à polícia a desarticular e apreender mais de R$ 6 bilhões.
"Nós cumprimos alguns mandados vinculados à atuação dessa organização criminosa que atua no ramo do setor de combustíveis. [...] O que iniciou a operação foram indícios de utilização de pessoas vinculadas ao grupo criminoso que estavam sendo utilizadas como laranja principalmente pela questão de várias interposições no quadro societário e, além disso, as movimentações financeiras que foram analisadas e o que, de fato, desencadeou também a repercussão durante a investigação", contou Peixinho.
A delegada disse também que o grupo criminoso utilizava equipamentos como batedeiras de nafta para proceder a adulteração em galpões. Ela esclareceu também que a operação Primus tem relação direta com a Operação Carbono Oculto, deflagrada em São Paulo contra o PCC.
“Sim, com certeza. Inclusive, nós conseguimos identificar ligação direta com esse grupo que também está sendo investigado lá. Inclusive, dois alvos dessa operação também foram alvos da Operação Carbono Oculto e que inclusive estão foragidos.”
Assista:
Confira os nomes dos foragidos:
São Paulo: Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva, ambos foragidos também da Justiça de São Paulo, alvos da Operação Carbono Oculto da PCSP.
Bahia: Aloísio Batista Cardoso.
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