Polícia

Delegado afirma que Justiça negou urgência em caso de estupro coletivo

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Caso de estupro coletivo envolvendo uma jovem e seu ex-namorado levanta questões sobre a urgência na resposta da Justiça  |   Bnews - Divulgação reprodução/tv globo
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 03/03/2026, às 13h47



O caso dos homens suspeitos de estuprar coletivamente uma jovem, a mando do ex-companheiro da vítima, ganhou repercussão nos últimos dias. No entanto, a decretação das prisões não foi tratada como urgente pela Justiça.

Conforme revelou o blog da jornalista Andréia Sadi, no G1, o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), afirmou que a Polícia Civil solicitou as prisões e os mandados de busca e apreensão ainda durante o plantão. Apesar disso, o caso não recebeu classificação de urgência.

O processo foi inicialmente distribuído para a Vara de Violência Doméstica e, posteriormente, encaminhado à vara especializada em crimes contra crianças e adolescentes.

O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, mas os mandados de prisão só foram expedidos na última sexta-feira (27), cerca de 20 dias após o episódio. Nesse intervalo, os suspeitos permaneceram foragidos.

Na manhã desta terça-feira (3), dois investigados se apresentaram à Justiça. Segundo o delegado, como as defesas já tinham acesso ao processo, não houve efeito surpresa no cumprimento das ordens judiciais.

Há ainda um adolescente envolvido no caso, cuja situação é analisada pela Vara da Infância e da Juventude.

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