Polícia
Uma biomédica, dona de uma clínica de estética, teve o pedido de soltura negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin. Ela está presa desde o dia 2 de dezembro de 2024 após a morte de uma paciente, em Goiânia.
Segundo o STJ, a prisão foi realizada pela suposta prática de crimes como o exercício ilegal da medicina e a utilização de produtos em condições impróprias para consumo. "De acordo com os autos, a paciente teria sofrido uma parada cardíaca durante um procedimento estético e veio a óbito. Após a morte, policiais foram até a clínica para acompanhar perícia realizada pela Vigilância Sanitária", disse o órgão.
Ainda de acordo com o STJ, o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) manteve a prisão com o argumento de que medida era necessária para impedir que a biomédica seguisse realizando os procedimentos estéticos de forma irregular.
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