Polícia
As diligências que apuram a atuação do esquema bilionário da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) na rede de combustíveis trouxeram à tona novos capítulos envolvendo um dos alvos da polícia.
Segundo informações do Jornal Nacional, as investigações revelaream que Daniel Dias Lopes, suspeito de chefiar o esquema no Paraná, assumiu uma distribuidora de combustíveis quando cumpria pena no regime semi-aberto. Ainda segundo o veículo de comunicação, ele é apontado como peça-chave entre o PCC e o setor de gasolina.
Ele foi preso em 2014, depois de ser flagrado com uma tonelada de produto químico usado por traficantes para misturar com cocaína. Na época, ele foi condenado a nove anos de prisão e cumpriu pena em regime fechado até 2017.
Dois anos depois, em 2019, ainda quando cumpria pena, assumiu distribuidora de combustíveis sediada na cidade de Jardinópolis, no interior de São Paulo, segundo o Jornal Nacional.
Em 2023, após declarar ter recebido quase R$ 3 milhões dessa distribuidora, Daniel entrou na mira da polícia. Na última semana, quando a Polícia Federal deflagrou uma megaoperação para prendê-lo, o suspeito conseguiu fugir e segue foragido.
Ainda segundo o Jornal Nacional, 95%do dinheiro lavado era devolvido ao PCC. Enquanto dos 5% restantes eram usados na compra e venda de mais combustíveis adulterados e na fraude de bombas. À reportagem do Jornal Nacional, a defesa de Daniel Dias Lopes disse que repudia as as acusações de que têm relação com o tráfico de drogas
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