Polícia
Publicado em 07/06/2024, às 10h52 - Atualizado às 10h55 Pedro Moraes
Membros de uma facção criminosa estiveram no radar da Operação Ragnatela, realizada nesta quarta-feira (5), na cidade de Cuiabá. Eles eram responsáveis por um esquema de lavagem de dinheiro e realização de shows em casas noturnas. Para essa atividade, o Comando Vermelho (CV) contava com ajuda de fiscais "comprometidos com o esquema" para a concessão de licenças e alvarás nos eventos.
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Empresários, influenciadores digitais, ex-jogador de futebol, servidores e o vereador por Cuiabá, Paulo Henrique (MDB), foram alguns dos alvos da operação deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO/MT). As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles.
Segundo o documento que guiou as investigações, Willian Aparecido da Costa Pereira, o "Willian Gordão", que é dono do Dallas Bar, e o promoter Elzyo Jardel Xavier Pires, além do o ex-servidor da Câmara Municipal de Cuiabá, Rodrigo Leal, tinham com um grupo de fiscais da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SORP).Na realização dos shows, os suspeitos se certificariam que os supostos comparsas integrariam a equipe de fiscalização.
Os integrantes, então, acordavam com um ex-secretário adjunto da SORP, Benedito Alfredo (já falecido), para que em dias de eventos nas casas noturnas fossem escolhidos membros da organização.
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