Polícia
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia alcançou a marca de 406 criminosos desde a sua implantação em 2023, conforme dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) nesta sexta-feira (5).
Além das 406 capturas, R$ 102 milhões provenientes de lavagem de dinheiro de facções foram bloqueados pela FICCO do estado baiano. Entre os criminosos capturados, destaque para lideranças alcançadas na Bolívia (apenas em 2026 foram seis alvos localizados no país vizinho) e nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.
“A FICCO Bahia é a tradução literal da integração, principal política de combate ao crime organizado promovida pela Forças Policiais da Bahia”, destacou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.
O coordenador da FICCO Bahia, delegado federal Eduardo Badaró, destacou as Operações Artemis e Hera, deflagradas de forma ininterrupta.
“Além do combate às facções, temos também como prioridades capturar autores de crimes graves contra a vida (homicídios, feminicídios e latrocínios). Na última quarta, alcançamos um indivíduo foragido da Justiça por assassinato, tentando fugir da Bahia. Ele acabou preso na Rodoviária de Salvador”, destacou Badaró.
Coordenada pela Polícia Federal, a FICCO reúne polícias estaduais, federais e a polícia penal que atuam direcionados na desarticulação de grandes organizações criminosas - que atuam no tráfico de drogas e de arma - , e no sufocamento do poder financeiro dessas facções, por meio da apreensão de bens e combate à lavagem de dinheiro.
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