Polícia
por Gabriel Santana
Publicado em 07/05/2026, às 16h02
Uma professora, de 43 anos, identificada como Sirlei Rodrigues, comprou um notebook no site da plataforma online Amazon, mas recebeu três caixas de sabão em pó, em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo (SP).
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A compra foi realizada no último dia 25 de abril. De acordo com a CNN Brasil, o aparelho da marca Asus custou R$ 3599, e a vítima parcelou em 10 vezes, pois precisava do notebook de forma imediata, porque está escrevendo a dissertação do seu mestrado.
A mulher alegou que teve um sentimento misturado entre raiva, decepção, frustração e medo após a compra ter chegado em seu endereço.
Tinha três caixas de sabão brilhante, de oitocentos gramas cada caixinha, dentro da embalagem. E coladas, grudadas no fundo da caixa, para não se movimentar, para ninguém perceber que o que estava ali não era o notebook. [...] Foi um misto de raiva, de decepção, de frustração, medo.”
No instante em que constatou a enganação, Sirlei afirmou que entrou em contato com a Amazon pelo site, anexou as fotos e fez uma reclamação. Ela informou o ocorrido pelo telefone, mas foi instruída a mandar um email. A vítima alega que a resposta foi que o retorno poderia demorar até três dias.
Mas, por causa da demora no prazo, Sirlei publicou a reclamação na plataforma Reclame Aqui, nas suas redes sociais, além de ter registrado um boletim de ocorrência em uma delegacia. A vítima aponta que foi informada, na unidade, sobre precisar contestar a compra no cartão de crédito. O banco restituiu o valor à professora logo que realizou a ação.
Na última quarta-feira (6), a vítima recebeu um email da Amazon cobrando o pagamento do pedido, já que a compra foi contestada, e perguntando os motivos que levaram Sirlei a realizar o procedimento. A professora aponta que ficou furiosa com a devolutiva.
Eu respondi o e-mail muito brava, porque eu falei: uma empresa como a Amazon não tem uma ligação, um sistema integrado, que saiba por que eu contestei a compra?”
No Reclame Aqui, Sirlei recebeu a resposta dizendo que, por ter aberto uma contestação da compra no banco, eles não poderiam ajudá-la no momento. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirma que registrou o caso como estelionato no 3º Distrito Policial de Praia Grande. Confira a postagem feita por Sirlene.
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