Polícia
A data era 1º de setembro de 2017, mas Mavérique Souza da Silva, o Mavi, envolvido no confronto que vitimou o garoto Davi Luiz, de 11 anos, na madrugada desta sexta-feira (2), na localidade da Lajinha, no Engenho Velho da Federação, já era alvo das polícias baiana.
Na época, equipes das polícias Militar e Civil fecharam o cerco no Engenho Velho da Federação, em Salvador, contra integrantes Mavi e outros integrantes de duas quadrilhas que, devido à disputa do tráfico de drogas, estavam causando transtornos a moradores da região.
Nessa ação de 2017, na qual Mavi já era considerado alvo prioritário das Forças de Segurança da Bahia, além dele, outros quatro criminosos tiveram suas imagens divulgadas pela SSP-BA, após escaparem das incursões que resultaram na captura de nove membros dos grupos criminosos. Todos eles, incluindo Mavi, já eram acusados e apontados pelo órgão como responsáveis por inúmeros crimes na região.
No dia da megaoperação, o cerco foi fechado por unidades do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), do Batalhão de Polícia de Choque, Rondesp Atlântico, Coordenadoria de Operações Especiais, Grupamento Aéreo e da 41ª Companhia Independente da Polícia Militar.
As solturas concedidas pela Justiça
Apontado como líder da facção Bonde do Maluco (BDM), Maverique Souza da Silva, que possuía passagens por tráfico de drogas, associação criminosa e homicídio em Salvador, tinha sido preso pela polícia em 2018, contudo, meses depois foi colocado em liberdade.
No ano de 2019, Mavi voltou a ser preso - também por tráfico de drogas - sendo levado para o Conjunto Penal Masculino de Salvador. Em outubro do mesmo ano foi posto em liberdade mediante alvará de soltura para cumprimento de pena em regime de prisão domiciliar.
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