Polícia

Hospital demitiu pai de suspeito de matar delegada por estágio irregular para filho

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O filho e ex-companheiro da delegada não possui registro no Conselho Regional de Medicina  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 14/08/2024, às 10h40   Pedro Moraes



Após o suspeito de matar a delegada Patrícia Neves Jackes Aires, o médico Arylton Feliciano de Arruda, pai dele, foi desligado de um hospital localizado em Euclides da Cunha, no interior da Bahia. O motivo envolveu o fato dele utilizar a unidade de saúde para que o filho estagiasse irregularmente. O estabelecimento, segundo o portal g1, não teria consentimento do estabelecimento, em 2022.

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A confirmação aconteceu por parte de nota enviada pela assessoria do Hospital Português municipal. Contudo, a unidade de saúde não detalhou o período do ocorrido. Segundo o local, a atuação médica na instituição depende de apresentação prévia de documentos cadastrais e aprovação da coordenação médica.

Existem prontuários médicos que constam a assinatura do pai do suspeito, durante atendimentos nos dias 15 e 16 de outubro de 2022, ainda conforme a publicação. Uma mulher registrou um boletim de ocorrência na polícia, no qual afirmou que não foi atendida pelo médico que carimbou e assinou a prescrição médica

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) informou, por meio de nota, que não há médico registrado com o nome de Tancredo Neves Lacerda Feliciano de Arruda. Além disso, até esta terça-feira (13), não havia nenhum processo sobre a conduta de Arylton Feliciano de Arruda, pai de Tancredo, no conselho.


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