Polícia

Humorista confessa ter matado miss baiana em Curitiba; suspeito estava apaixonado, mas não foi correspondido

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Raíssa Suellen estava desaparecida desde o dia 2 de junho  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 09/06/2025, às 14h38 - Atualizado às 15h32



O caso do desaparecimento da baiana Raíssa Suellen Ferreira, de 23 anos, parece que chegou a um desfecho. O amigo da jovem confessou à polícia que a matou. Ela estava desaparecida desde o dia 2 de junho e o depoimento aconteceu na manhã desta segunda-feira (9).

A jovem era natural de Paulo Afonso, no interior da Bahia, mas vivia há cerca de três anos com amigas na capital paranaense. Ela conquistou o título de Miss Serra Branca Teen em 2020. O amigo dela, indentificado como o humorista Marcelo Alves, também era baiano e estava na cidade há cerca de 10 anos. 

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Segundo informações da delegada Aline Manzatto, responsável pelo caso, o suspeito contou que estrangulou a jovem usando uma abraçadeira plástica, após confessar estar apaixonado por ela e descobrir que não era correspondido.

Ao G1, Manzatto explicou que a relação dos dois já era bastante antiga, com o rapaz conhecendo, inclusive, toda a família da jovem. Ele contou que teria convidado a Raíssa para uma oportunidade de emprego em Curitiba e, então, acabou se apaixonando por ela.

Marcelo teria relatado que, no dia do crime, buscou Raíssa dizendo que iria ajudá-la a conseguir emprego em São Paulo. Eles almoçaram juntos e foram até a casa dele, onde ele contou que estaria apaixonado. Após a negativa, o suspeito contou que ainda teria sido ofendido pela jovem e que a situação o teria deixado com raiva.

Após cometer o crime, o corpo de Raíssa teria sido enrolado em uma lona e colocado no porta-malas de um carro, que teria sido emprestado por um amigo de Marcelo. Junto com o filho, ele teria ido até uma área de mata no município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, onde disse ter enterrado a jovem.

A defesa do rapaz alegou que o crime não foi premeditado e que Marcelo lamenta o caso. Os advogados afirmam que o suspeito é réu primário, com bons antecedêntes, e que teria sido "arrastado pelas barras da paixão". Os policiais foram até o local indicado por Marcelo, fez escavações e encontrou o corpo da vítima.

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