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Investigação aponta 19 postos de gasolina ligados ao PCC; confira

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Os postos de gasolina ligados ao PCC foram investigados pela Receita Federal  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa | Freepik
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 31/08/2025, às 14h16



Durante a Operação Carbono Oculto, realizada contra o PCC, ao menos 19 postos de combustíveis foram apontados em decisões da Justiça de São Paulo. Uma rede com mais de mil postos era usada para lavagem de dinheiro do crime organizado.

A Receita informou que o PCC recebia o dinheiro ilícito em espécie ou maquininhas de cartão e o valor era repassado para contas da organização criminosa. Confira a lista e o endereço dos postos listados na Receita Federal:

Sete postos são de Armando Hussein Ali Mourad, que junto com o irmão Mohamad Hussein Mourad são apontados como líder do esquema do PCC. Os postos são:

  • Auto Posto Vini Show, de Senador Canedo (GO)
  • Auto Posto Dipoco, de Catalão (GO)
  • Posto Santo Antonio do Descoberto, de Santo Antônio do Descoberto (GO)
  • Posto Futura JK, de Jataí (GO)
  • Posto Futura Niquelândia, de Niquelândia (GO)
  • Auto Posto Parada 85, de Goiânia
  • Auto Posto da Serra, de Morrinhos (GO)

Dois postos são de dois membros da organização criminosa de Mourad, Luciane Gonçalves Brene Motta de Souza e Alexandre Motta de Souza. Eles foram apontados como os envolvidos com fraudes em bombas e adulteração de combustível:

  • Auto Posto Conceição, de Campinas (SP)
  • Auto Posto Boulevar XV São Paulo, de Praia Grande (SP)

Quatro postos pertencem a Renan Cepeda Gonçalves, que está ligado à Rede Boxter, grupo investigado por lavagem de dinheiro do PCC.

  • Auto Posto Yucatan, de Arujá (SP)
  • Auto Posto Azul do Mar, de São Paulo
  • Auto Posto Hawai e Auto Posto Maragogi, ambos de Guarulhos (SP)

Gustavo Nascimento de Oliveira, apontado como laranja no esquema comandado por Mohamed, é o proprietário do Auto Posto Texas, de Catanduva (SP).

De acordo com informações do G1, o dono do Auto Posto Bixiga, de São Paulo (SP) não foi mencionado, mas o local é citado como destino de metanol usado na adulteração de combustíveis, outra das fraudes documentadas na operação. Outro posto também apontado na operação é o Auto Posto S3 Juntas, de São Paulo (SP), que pertence a Ricardo Romano.

O Alemão, José Carlos Gonçalves, suspeito de financiar o tráfico e a lavagem de dinheiro, é dono do Auto Posto S-10. Mas possui sociedade com a ACL Holding, também citada na investigação.

Por fim, o Auto Posto Elite de Piracicaba, da cidade homônima, também é apontado como pertencente a Armando Hussein Mourad. Na Receita, tem como dono Pedro Furtado Gouveia Neto, também alvo da operação, e que também é proprietário do Auto Posto Moska.

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