Polícia

Laudo confirma que mãe e filho morreram eletrocutados em piscina

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Exames periciais descartam hipótese de afogamento e apontam descarga elétrica como causa das mortes em pousada de Maragogi; vítimas eram naturais de São Paulo  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais

Publicado em 06/01/2026, às 19h44   Cibele Gentil



O Instituto de Medicina Legal Estácio de Lima, em Maceió, confirmou nesta terça-feira (6) que a morte de Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e de seu filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de 11 anos, naturais de São Paulo, foi causada por eletroplessão. O termo técnico refere-se à morte decorrente de uma descarga elétrica acidental. O caso ocorreu na piscina de uma pousada localizada na orla de Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

O resultado do laudo altera o foco das investigações, que inicialmente trabalhavam com a possibilidade de afogamento. De acordo com o documento, os exames cadavéricos realizados nos corpos das vítimas apresentaram sinais claros da passagem de corrente elétrica. Os corpos já foram liberados pelo IML para que a família realize o sepultamento.

As autoridades agora concentram esforços na perícia técnica do local. A Polícia Científica de Alagoas informou que irá analisar as imagens do sistema de videomonitoramento da área da pousada para entender a dinâmica do acidente. Todo o conjunto probatório, que inclui os laudos do IML e do Instituto de Criminalística, será enviado à Polícia Civil, responsável por conduzir o inquérito e apurar as eventuais responsabilidades pelo ocorrido.

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