Polícia

'Mãe de menina e amiga presente': Quem era a PM esposa de coronel encontrada morta dentro de apartamento

Reprodução | Redes Sociais
Pessoas próximas da vítima indicam que Gisele deixou uma filha e era apontada como uma amiga presente  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 21/02/2026, às 13h50 - Atualizado às 14h23



A policial militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, que foi encontrada morta na última quarta-feira (18), dentro do apartamento em que morava no bairro do Brás, no centro da capital paulista, havia conseguido uma promoção para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP).

Informações colhidas com pessoas próximas da vítima indicam que Gisele deixou uma filha e era apontada como uma amiga presente. Ela trabalhava desde os 17 anos, quando obteve um emprego como caixa de supermercado. Antes de morar no imóvel com o marido, a vítima residia na região do Jardim Romano.

Siga o BNews no Google e receba as principais notícias no seu celular

Google News Bnews

Uma amiga de Gisele contou, em entrevista ao site Metrópoles, que a policial sempre quis ter o próprio dinheiro e decidiu entrar para a corporação. A colega define Gisele como "centrada e determinada".

Pessoas próximas revelaram que a jovem fazia "o possível e o impossível" para cuidar da filha. Antes de morrer, inclusive, Gisele estava feliz em poder ganhar mais e ter uma melhor qualidade de vida.

Reprodução | Redes Sociais
Reprodução | Redes Sociais

Em depoimento, a mãe de Gisele, Marinalva Vieira, revelou que a filha vivia uma relação abusiva com o companheiro e tenente-coronel da PM, Geraldo Neto. No último dia 13, inclusive, a vítima teria ligado para os pais chorando, falando que não estava aguentando a pressão e pediu para o pai buscá-la em casa.

Marinalva contou que Gisele era proibida de usar batom, perfume e andar de salto alto. Ela teria comunicado a intenção do divórcio, resultando no surto do marido, que enviou uma foto segurando uma arma apontada para a própria cabeça.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) explicou que o caso havia sido inicialmente classificado como suicídio e, por isso, não divulgou informações. O marido foi ouvido e a polícia aguarda a chegada de exames e laudos periciais para determinar se houve crime violento ou não.

Reprodução | Redes Sociais
Caption

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)