Polícia

Marinheiro preso por ligação com facção criminosa tinha esconderijo em casa

Reprodução/Redes Sociais//Reprodução/TV Globo
Ideia do marinheiro era usar bunker para passar vários dias no subsolo  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais//Reprodução/TV Globo

Publicado em 23/09/2024, às 08h59   Pedro Moraes



O militar da Marinha, Rian Maurício Tavares Mota, preso, na última segunda-feira (16), por ligação com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), tinha um verdadeiro arsenal dentro da casa onde morava. O imóvel dele está localizado no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro

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De acordo com investigação da Polícia Federal (PF), o indivíduo tinha um bunker dentro da residência, com uma sala subterrânea preparada como esconderijo. A intenção era poder passar vários dias no subsolo, em caso de uma eventual emergência. 

Rian planejava a execução de ataques contra milicianos e grupos rivais de traficantes na disputa por territórios. Por meio de nota ao programa Fantástico, da TV Globo, a Marinha do Brasil alegou que está disponível para contribuir com a apuração dos fatos. 

Era ele quem entregava drones capazes de lançar granadas. O suspeito também enviava áudios para orientar a fuga dos traficantes, ao tomar conhecimento de ocorrências policiais. 


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