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MATOU UM BEBÊ: Casal é condenado a 23 anos de prisão; polícia detalhe o crime

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Bebê tinha apenas um mês e nove dias quando crime ocorreu  |   Bnews - Divulgação Divulgação | PCMT
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 26/03/2026, às 07h01 - Atualizado às 07h09



Um casal, suspeito de matar um bebê de apenas um mês e nove dias, foi condenado a 23 anos de prisão, após julgamento em Tribunal do Júri realizado em Barra do Bugres, no Mato Grosso (MT), cidade em que aconteceu o crime.  

Segundo a Polícia Civil do MT, a mulher, de 27 anos, foi condenada a 14 anos de reclusão pelo homicídio qualificado e mais seis meses de detenção e 10 dias-multa pela fraude processual, com regime inicial fechado. Já o homem, de 44 anos, foi condenado a oito anos de reclusão pelo homicídio qualificado (com redução de 1/3 pela menor importância) e mais seis meses de detenção e 10 dias-multa pela fraude processual, em concurso material, com regime inicial semiaberto. 

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O crime ocorreu no bairro no bairro Pronav, em Barra do Bugres, em 2021. Segundo a polícia, a  princípio, o casal afirmou que estava ingerindo bebidas alcoólicas, amamentou o bebê, colocou-o para dormir e, depois, o encontrou sem vida.

No entanto, ainda de acordo com a instituição, foram encontrados vestígios de sangue no chão da varanda da casa, que passou por perícia da Politec. A suspeita, então, confessou ter sido ela quem derrubou o bebê, mas alegou que foi um acidente.

“Porém, o laudo pericial foi determinante, pois era incompatível com uma queda acidental, já que o traumatismo demonstrava que o bebê teria sido arremessado brutalmente”, afirmou o delegado Rodolpho Bandeira, que investigou o caso.

A perícia revelou, ainda, lesões antigas no bebê, o que apontou que ele já havia sido agredido anteriormente. "Diante dos laudos e de depoimentos do casal, que se contradiziam, e de familiares dos suspeitos, que afirmaram que a mãe seria capaz de fazer algo com o bebê quando ingeria bebidas alcoólicas, pois perdia o controle emocional, o delegado indiciou o casal por homicídio qualificado pelo meio cruel e fraude processual", completou a polícia.

A polícia também esclareceu que, devido à confissão da mãe de que ela é quem havia derrubado a vítima, o suspeito do sexo masculino teve sua participação reconhecida como de 'menor importância'. Por isso, ele recebeu pena reduzida.

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