Polícia
Publicado em 19/01/2026, às 19h57 Cibele Gentil
Uma monitora pré-escolar foi indiciada por maus-tratos pela Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF), após a confirmação de agressões contra pelo menos 18 crianças em uma instituição de ensino em Brazlândia. As vítimas, todas com idades entre 2 e 3 anos, foram submetidas a uma rotina de violência que incluía tapas na cabeça, apertões, empurrões e puxões bruscos pelos braços. O caso veio à tona depois que a própria direção da unidade educacional analisou as imagens do sistema interno de vigilância e identificou condutas totalmente incompatíveis com a função pedagógica, acionando imediatamente as autoridades policiais.
Segundo as investigações conduzidas pela 18ª Delegacia de Polícia, as agressões ocorreram de forma reiterada em dias distintos, entre os meses de novembro e dezembro de 2025. Durante o inquérito, os agentes analisaram minuciosamente os vídeos e colheram depoimentos de funcionários, testemunhas e dos responsáveis legais das crianças afetadas. A instituição de ensino colaborou com o processo investigativo e informou ter adotado as providências administrativas necessárias assim que os fatos foram constatados pela gestão.
Encaminhamento e penalidades
O relatório final da Polícia Civil aponta que a profissional extrapolou qualquer limite aceitável de correção ou contenção, utilizando-se da força física contra menores indefesos de forma contínua. Com a conclusão das diligências, o inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
A monitora responderá pelo crime de maus-tratos, cuja tipificação prevê uma pena de reclusão de dois a cinco anos. Além disso, a punição pode ser aumentada em um terço devido ao fato de as vítimas serem menores de 14 anos, conforme estabelece a legislação penal vigente.
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