Polícia

Motorista de aplicativo é preso após matar passageiro com golpes de canivete

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O incidente ocorreu após a vítima abrir a porta do carro para vomitar, levando a uma briga que resultou em morte.  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 11/04/2026, às 10h50 - Atualizado às 10h52



Um motorista de aplicativo foi preso pela Polícia Militar (PM), nesta sexta-feira (10), após esfaquear e matar um passageiro. O caso ocorreu em São Bernardo do Campo, São Paulo.  A vítima havia aberto a porta do carro para vomitar durante uma corrida. As informações são do portal G1. 

O motorista, identificado como Carlos Augusto Coelho da Silva, de 43 anos, foi indiciado por homicídio. De acordo com o boletim de ocorrência do caso, registrado no 3º Distrito Policial (DP) de São Bernardo, o condutor matou Jonatas Francisco Leite Lima, de 26, com golpes de canivete na barriga.

Jonatas e um amigo estavam, na noite de quinta-feira (9), em um bar para  assistir ao jogo entre Corinthians e Platense, da Argentina, pela fase de grupos da Libertadores. Após a partida, eles pediram um carro por transporte pela Uber. O carro chegou e ambos embarcaram. 

Jonatas havia bebido e não se sentia bem. Então, ele abriu a porta do carro duas vezes para poder vomitar. Após a segunda, o motorista parou o veículo e pediu para os passageiros saíssem do automóvel alegando que não tinha condições de dirigir com um deles passando mal. Os dois deixaram o carro, mas o amigo de Jonatas bateu a porta com força, irritando o motorista.

Então, os três começaram a discutir. Até que o motorista golpeia um dos jovens, que cai. Em seguida, o motorista troca socos com outro passageiro. 

Testemunhas acionaram a Polícia Militar. Jonatas foi encontrado sangrando no chão e foi levado de ambulância a um hospital, onde a morte dele foi constatada.

O motorista fugiu do local, mas foi localizado a 2 quilômetros de distância do local do ocorrido. Carlos disse à PM que agiu Jonatas em legítima defesa e que o passageiro havia tirado o canivete da cintura e tomou dele para se defender.

O amigo de Jonatas negou a versão do motorista, afirmando que a vítima não andava armada. Então, a polícia decidiu indiciar o motorista pelo assassinato.

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