Polícia

PF pede ajuda para localizar suspeitos envolvidos com sequestro e cárcere privado na Bahia

Arquivo / PF
Os foragidos são acusados de sequestro, cárcere privado e roubo; a PF solicita apoio da população para localizá-los.  |   Bnews - Divulgação Arquivo / PF
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 09/09/2025, às 12h29 - Atualizado às 12h40



A Polícia Federal (PF) divulgou, nesta terça-feira (9), uma nota pedindo ajuda da população para localizar seis foragidos da Operação Krampus, deflagrada em junho deste ano, em Salvador.

Estão foragidos: Clesnilson Ferreira da Silva, Elcio Antônio, Ian Moreira Silva, Joseilson Barbosa Camelo, Tiago Lopes do Vale e Lucival Santos Silva. Eles têm mandados de prisão preventiva em aberto pelos crimes de sequestro, cárcere privado e roubo majorado.

Segundo a PF, todos estão desaparecidos desde o dia 17 de junho, data em que a operação foi deflagrada. A quadrilha é suspeita de praticar crimes contra a Caixa, como sequestro de funcionários e arrombamento de caixas eletrônicos em Salvador.

>> As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones (71) 3319-6190 ou 3319-6191, ou ainda pelo e-mail: plantao.drex.srba@pf.gov.br

A divulgação dos nomes foi autorizada pela Justiça Federal, por meio da 2ª Vara Criminal de Salvador.

Operação Krampus
Em 17 de junho deste ano, a PF deflagrou a Operação Krampus. A ação teve apoio do Ministério Público Federal (MPF), da área de Segurança Empresarial da Caixa Econômica Federal, da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, da Força Correcional Especial Integrada (Force/SSP-BA) e da Polícia Militar da Bahia.

Segundo a polícia, o objetivo foi desarticular um grupo criminoso ligado a uma organização de São Paulo. Na época, foram cumpridos mandados expedidos pela 17ª Vara Federal Criminal da Bahia: 10 de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão, e bloqueio de R$ 13 milhões, e suspensão das atividades de uma empresa. As medidas foram realizadas em Salvador, Lauro de Freitas, São Paulo, Santo André, Barueri e Cotia.

Como o bando atuava

Segundo a investigação, o grupo atuava em horários de pouco movimento, com agências fechadas e ruas desertas, o que reduzia a presença policial. Ao menos um ex-vigilante da empresa de segurança contratada pela Caixa teria colaborado com os criminosos.

Os agentes também descobriram que os investigados usaram pessoas e empresas como “laranjas” para inflar o capital social de uma empresa de fachada. A estratégia era ocultar a origem ilegal do dinheiro.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos.

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