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Polícia busca principal suspeito de participar da morte de ex-comparsas que mudaram para facção rival na Bahia

Divulgalção / SSP-BA
3 de Ouros do Baralho do Crime da SSP-BA é alvo prioritário das forças policiais  |   Bnews - Divulgação Divulgalção / SSP-BA

Publicado em 17/10/2024, às 08h46 - Atualizado às 09h00   Redação



Suspeito de participar da morte de seis ex-comparsas na Região Metropolitana de Salvador (RMS), o 3 de Ouros do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) é alvo prioritário das forças policiais. 

De acordo com a polícia, Allan Rodrigues dos Santos, conhecido como '3 BOND', juntamente com outros integrantes da facção Comando Vermelho (CV), estão entre os envolvidos na morte e na desova dos corpos em dois pontos das cidades de Camaçari e Simões Filho.

Segundo as investigações, os seis executados mudaram para uma facção rival, o Bonde do Maluco (BdM). A prática evidencia a brutalidade das disputas internas entre facções, que frequentemente resultam em homicídios e represálias.

Detalhes sobre a possível rota de fuga ou esconderijo de "3 BOND", que possui dois mandados de prisão, podem ser repassados através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP). A ligação é gratuita e o sigilo é garantido.

Cinco aliados de Allan morreram durante troca de tiros com policiais da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) e da Rondas Especiais da Região Metropolitana de Salvador (RONDESP RMS), nesta quarta-feira (16). Todos chegaram a ser socorridos para o Hospital Ouro Negro, mas morreram.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-BA), dois dos integrantes da facção que abandonaram os corpos dos ex-comparsas tinham passagens pela polícia e usavam tornozeleiras eletrônicas.

Raylan Almeida Santos e Adson Emanoel da Silva dos Santos respondiam a processos por roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A dupla integrava uma facção e era também suspeita de praticar assassinatos.

Eles cumpriam pena na Cadeia Pública de Salvador e no dia 10 de julho deste ano foram colocados em liberdade pela Justiça, com a utilização de tornozeleira eletrônica. Com a dupla e outros três comparsas foram apreendidos cinco revólveres, munições e drogas.

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