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Polícia chega a núcleos de grupo criminoso a partir de cartas encontradas em presídio na Bahia

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Cartas encontradas em presídio eram endereçadas a líder do grupo  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Ascom PCBA
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 23/05/2026, às 19h49 - Atualizado às 21h01



Os seis mandados de prisão preventiva cumpridos na última sexta-feira (23), na Bahia, só aconteceram após cartas manuscritas serem encontradas em um presídio baiano. As mensagens eram enviadas para um chefe do grupo criminoso, que estava preso.

Os mandados foram cumpridos no âmbito da primeira etapa da Operação Asfixia, no bairro Cidade Nova, em Serrinha, e nos conjuntos penais de Serrinha, Feira de Santana e Barreiras.

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A investigação apontou que o grupo atuava em Serrinha e tinha ramificações dentro de unidades prisionais da Bahia. Com uma estrutura hierarquizada, o grupo dividia as funções entre liderança, execução do tráfico, logística e movimentação financeira. Os integrantes se comunicavam com o líder por meio de cartas manuscritas enviadas de fora dos presídios.

Uma mulher foi apontada como a responsável por introduzir as correspondências no sistema prisional, além de disponibilizar um imóvel para o grupo armazenar drogas. Ela seria o elo de comunicação do esquema. Um outro investigado, que já havia sido flagrado com entorpecentes e balança de precisão, é suspeito de atuar na comercialização direta das drogas.

A Polícia Civil ainda identificou um núcleo que atuaria no grupo com lavagem de dinheiro. Esses suspeitos seriam os responsáveis por realizar transferências bancárias fracionadas via PIX para dificultar o rastreamento dos valores obtidos com o tráfico.

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